terça-feira, 19 de novembro de 2013

A Pele de Onagro - Honoré de Balzac...

A Pele de Onagro - Honoré de Balzac




O jovem aristocrata Raphaël de Valentin está desesperado por ter fracassado na vida e no amor, e planeja o suicídio. Justo nesse momento, ele encontra um velho e estranho antiquário que o presenteia com uma milagrosa pele de onagro (espécie de jumento encontrado no Oriente), que confere ao dono poderes especiais, satisfazendo todos os seus desejos. Porém, sobre o maléfico talismã paira um misterioso feitiço, e, a cada desejo atendido, ele encolhe e encurta a vida do proprietário. O fim da pele de onagro é o fim da vida; o ônus pelo êxtase de todos os desejos realizados.
Em meio à frivolidade da sociedade francesa dos anos 1830, Raphaël sucumbe aos prazeres mundanos, aos encantos da corte, ao conforto da fortuna e à magistral beleza da condessa Fedora, em detrimento da sincera e humilde Pauline. Ele, que sonhava em conquistar o mundo, descobre ao custo da própria existência que "Querer nos queima e Poder nos destrói". Publicado em 1831, A pele de onagro é um livro do início da carreira de Balzac. Um dos mais originais romances do autor – e o primeiro a se tornar best-seller –, introduz uma série de personagens que se eternizariam em outros títulos e antecipa tanto a literatura fantástica quanto o realismo fantástico do século XX.

sábado, 28 de setembro de 2013

TESÃO...VOCÊ POSSUI?



TESÃO...VOCÊ POSSUI?
Ok, esta pergunta tem um forte cunho sexual, mas o que vamos falar por aqui, também, tem cunho sexual. São questões e pensamentos que vão muito mais além do que sexo –não que isso não seja importante, porque na verdade é, e muito –, em que nos remete muito além do que relações e indivíduos. Para vocês:Cadê o tesão pelas coisas?
 Cadê o tesão pelas pessoas que você ama?

 Cadê o tesão pelas coisas que você gosta de fazer? 

Cadê o tesão pelas experiências que a vida nos oferece todo santo dia? 

Cadê o tesão de amar? 

Cadê o tesão pela vida?

As pessoas têm que começar entender que para nossa vida ter um norte, direção ou propósito, as coisas no mínimo devem ter tesão.
Que em nossa vida um mundo de coisas nos deixam à beira de um colapso isso é fato, em que tudo às vezes parece conspirar para um mar de sentimentos ruins e desilusões no nosso querido dia a dia. 
Pois bem, talvez, pelo fato de estarmos acostumados e crescemos com um formato que nos cega mediante a tudo que nos cerca e que impede cada vez mais lutar por aquilo que realmente sonhamos, e de certa forma, acreditamos.

Isto, como em uma fábrica, forma pessoas predestinadas a absorver “valores” e usufruir de um manual que mais valida nosso status quo de enlatado, assim como uma mera peça de carro que sai de sua fábrica para cumprir sua função. Em outras palavras, vivemos em um modelo passado de gerações em gerações que formam pseudoprotagonistas na nossa sociedade que mais tornam o meio ineficaz, do que nos dá forças para correr atrás daquilo que sonhamos de verdade.
Mas de volta ao nosso tema principal, tesão. Ao falar esta palavra os moralistas ou pessoas ditas formais que moldam o status quo citado acima encaram como algo notadamente sexual. Concordo com eles até certo ponto, mas falemos de tesão. Eis o significado da palavra antes de continuarmos:
tesão
(latim tensio, -onis)
s. m.
1. Rijeza.
2. [Figurado] Força, intensidade.
3. Ímpeto.
4. Embate violento.
5. [Calão] Entusiasmo, ânimo.
6. [Calão] Desejo sexual masculino e feminino.
7. [Calão] Ereção do pênis.
Como no significado acima, tesão é algo que nasce conosco e viverá para sempre com a gente, em uma relação sexual ela é basicamente peça chave para o devaneio do que é o ato em si, tornando isto (acredito eu) como a melhor coisa do mundo. Sim, transar é bom pra caralho. Estar com uma pessoa, principalmente, aquela que você mais deseja nos faz viajar e esquecer mundo lá fora por algumas horas. Como consequência, temos uma consolidação por meio da felicidade e realização de aquilo realmente vale muito à pena, preciso falar o que é? O orgasmo, aquilo que duram minutos, e que a gente prefere que nunca termine.
Trazendo isto para o nosso cotidiano e vida comum, levantamos uma questão: Cadê o tesão? As pessoas cada vez mais importam-se com problemas e o que eles podem ocasionar, do que tentar resolvê-los e partir para uma vida plena. Ninguém sabe para onde vamos depois daqui, o que acontece e como é do lado de lá. Fato, então por que as pessoas encaram tudo como falta de tesão?
Entender que ter tesão para correr atrás dos nossos sonhos e realizarmos é fundamental, ter tesão para estar com a pessoa que ama é primordial, pois sem tesão não tem carinho, não tem aperto de mão, não tem aquele olhar, não tem consideração, não tem respeito, não tem tesão em si, não tem sexo e claro, não tem amor. Viu o tanto de não?

Falando em relacionamentos, outro dia conversando com uma amiga sobre tesão chegamos a uma conclusão singela, porém de muita relevância: “Não me vejo em um relacionamento sem tesão!”. Certo, e isto é muito importante, se não tem isso, então pra que continuar? Sem isso, o problema que podem acarretar entre estes indivíduos pode gerar cada vez mais cicatrizes e, quem sabe, uma mágoa que pode conviver com eles por muito tempo e só será curada com a chegada de uma nova pessoa que mexerá com toda sua infraestrutura emocional e quem sabe, corporal! Rs
Relacionamentos sem tesão são algo sem lógica, que pode machucar e no fim das contas é algo um tanto sem sentido mesmo. O tesão é algo que molda, transforma e aprimora as coisas, que com ele podemos nos autoconhecer e conhecer com quem estamos e assim encontrar o sentido de que tanto falo. Tesão em um relacionamento é o terceiro pilar que vem depois do amor e respeito.
Então, entendeu o tesão bem aí? O tesão de colocar sentido nas coisas, o tesão de realizar as coisas, o tesão de viver as coisas. Tesão é algo que pulsa dentro de nós, que nos joga na magia das mais impressionantes e inesquecíveis experiências da vida.
Por fim, só deixo apenas um recado: Achem o tesão na vida de vocês e busquem uma vida plena, seja no trabalho, nos amigos, nos objetivos, nos sonhos, nas metas, no inimaginável, no dia a dia, no sexo, no amor e sobretudo, na vida.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

A Ritalina e os riscos de um 'genocídio do futuro'...


Artigo Unicamp: A ritalina e os riscos de um 'genocídio do futuro'

A ritalina e os riscos de um 'genocídio do futuro'
Para uns, ela é uma droga perversa. Para outros, a 'tábua de salvação'. Trata-se da ritalina, o metilfenidato, da família das anfetaminas, prescrita para adultos e crianças portadores de transtorno dedeficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Teria o objetivo de melhorar a concentração, diminuir o cansaço e acumular mais informação em menos tempo. Esse fármaco desapareceu das prateleiras brasileiras há poucos meses (e já começou a voltar), trazendo instabilidade principalmente aos pais, pela incerteza do consumo pelos filhos. Ocorre que essa droga pode trazer dependência química, pois tem o mesmo mecanismo de ação da cocaína, sendo classificada pela Drug Enforcement Administration como um narcótico. No caso de consumo pela criança, que tem seu organismo ainda em fase de formação, a ritalina vem sendo indicada de maneira indiscriminada, sem o devido rigor no diagnóstico. Tanto que, no momento, o país se desponta na segunda posição mundial de consumo da droga, figurando apenas atrás dos Estados Unidos. Como acontece com boa parte dos medicamentos da família das anfetaminas, a ritalina 'chafurda' a ilegalidade, com jovens procurando a euforia química e o emagrecimento sem dispor de receita médica. Fala-se muito que, se não fizer o tratamento com a ritalina, o paciente se tornará um delinquente. "Mas nenhum dado permite dizer isso. Então não tem comprovação de que funciona. Ao contrário: não funciona", critica a pediatra Maria Aparecida Affonso Moysés, professora titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp. “A gente corre o risco de fazer um genocídio do futuro. Mais vale a orientação familiar”, encoraja a pediatra, que concedeu entrevista, a seguir, ao Portal Unicamp
Portal Unicamp – Há pouco tempo, faltou distribuição de ritalina no mercado brasileiro. Como essa lacuna foi sentida?
Cida Moysés – Não sabemos verdadeiramente o motivo de faltar o medicamento, mas isso criou uma instabilidade nas pessoas. As famílias ficaram muito preocupadas e entraram em pânico, com medo de que os filhos ficassem sem esse fornecimento. Isso foi sentido de um modo muito mais intenso do que com outros medicamentos que de fato demonstram que sua interrupção seria mais complicada que a ritalina. São os casos dos medicamentos para diabetes ou hipertensão. Apesar de não conhecermos a razão dessa falta do medicamento, sabemos das estratégias de mercado para outros produtos como o açúcar e o café que faltam no supermercado e, por isso, também para os medicamentos que faltam na farmácia. Quando somem das prateleiras, eles criam angústia. No entanto, em geral, retornam mais tarde. E mais caros, é óbvio.
Portal Unicamp – O que é a ritalina? Como ela age?
Cida Moysés – A ritalina, assim como o concerta (que tem a mesma substância da ritalina – o metilfenidato, é um estimulante do sistema nervoso central - SNC), tem o mesmo mecanismo de ação das anfetaminas e da cocaína, bem como de qualquer outro estimulante. Ela aumenta a concentração de dopaminas (neurotransmissor associado ao prazer) nas sinapses, mas não em níveis fisiológicos. É certo que os prazeres da vida também fazem elevar um pouco a dopamina, porém durante um pequeno período de tempo. Contudo, o metilfenidato aumenta muito mais. Assim, os prazeres da vida não conseguem competir com essa elevação. A única coisa que dá prazer, que acalma, é mais um outro comprimido de metilfenidato, de anfetamina. Esse é o mecanismo clássico da dependência química. É também o que faz a cocaína.
Portal Unicamp – Quando a ritalina é indicada?
Cida Moysés – Para quem indica, é nos casos com diagnóstico de TDAH. Eu não indico. Para esses médicos, entendo que é necessário traçar uma relação custo-benefício: quanto ganho com esse tratamento em termos de vantagens e de desvantagens. Sabe-se que é uma droga que possui inúmeras reações adversas, como qualquer droga psicoativa. Considero extremamente complicado usar uma droga com essas reações para melhorar o comportamento de uma criança. Qual é o preço disso?
Portal Unicamp – Quais são os sintomas principais?
Cida Moysés – As reações adversas estão em todo o organismo e, no sistema nervoso central então, são inúmeras. Isso é mencionado em qualquer livro de Farmacologia. A lista de sintomas é enorme. Se a criança já desenvolveu dependência química, ela pode enfrentar a crise de abstinência. Também pode apresentar surtos de insônia, sonolência, piora na atenção e na cognição, surtos psicóticos, alucinações e correm o risco de cometer até o suicídio. São dados registrados no Food and Drug Administration (FDA). São relatos espontâneos feitos por médicos. Não é algo desprezível. Além disso, aparecem outros sintomas como cefaleia, tontura e efeito zombie like, em que a pessoa fica quimicamente contida em si mesma.
Portal Unicamp – Não é pouca coisa...
Cida Moysés – Ocorre que isso não é efeito terapêutico. É reação adversa, sinal de toxicidade. Além disso, no sistema cardiovascular é possível ter hipertensão, taquicardia, arritmia e até parada cardíaca. No sistema gastrointestinal, quem já tomou remédio para emagrecer conhece bem essas reações: boca seca, falta de apetite, dor no estômago. A droga interfere em todo o sistema endócrino, que interfere na hipófise. Altera a secreção de hormônios sexuais e diminui a secreção do hormônio de crescimento. Logo, as crianças ficam mais baixas e também essa droga age no peso. Verificando tudo isso, a relação de custo-benefício não vale a pena. Não indico metilfenidato para as crianças. Se não indico para um neto, uma criança da família, não indico para uma outra criança.
Portal Unicamp – Criança não comportada é um problema social?
Cida Moysés – Está se tornando. E não vai se resolver colocando um diagnóstico de uma doença neurológica ou neuropsiquiátrica e administrando um psicotrópico para uma criança.
Portal Unicamp – Qual seria o tratamento então?
Cida Moysés – Um levantamento de 2011, publicado pelo equivalente ao Ministério da Saúde nos Estados Unidos, envolve uma pesquisa feita pelo Centro de Medicina baseado em Evidências da Universidade de McMaster, no Canadá, que analisou todas as publicações de 1980 a 2010 sobre o tratamento de TDAH. O primeiro dado interessante foi que, dos dez mil trabalhos que provaram que o metilfenidato funciona, é seguro, apenas 12 foram considerados publicações científicas. Todo o resto foi descartado por não preencher os critérios de cientificidade. Esse é um aspecto muito importante. Dos 12 trabalhos restantes, o que eles encontraram foi que a orientação familiar tem alta evidência de bons resultados, e o medicamento tem baixa evidência. Isso não quer dizer que a família seja culpada. É preciso orientá-la como lidar com essa criança. Além disso, os dados dessa pesquisa sobre rendimento escolar foram inconclusivos, assim como não há nenhum dado que permita dizer que melhora o prognóstico em longo prazo. Fala-se muito que, se a criança não for tratada, vai se tornar uma dependente química ou delinquente. Nenhum dado permite dizer isso. Então não tem comprovação de que funciona. Ao contrário: não funciona. E o que está acontecendo é que o diagnóstico de TDAH está sendo feito em uma porcentagem muito grande de crianças, de forma indiscriminada.
Portal Unicamp – Dê um exemplo.
Cida Moysés – Quando se fala em 5% a 10% de pessoas com determinado problema, o conhecimento médico exige que se assuma que isso é um produto social, e não uma doença inata, neurológica, como seria o TDAH, e muito menos genética. Não dá para pensar em porcentagens. Em Medicina, sobre doenças desse tipo fala-se em 1 para 100 mil ou em 1 para 1 milhão. Então, é algo socialmente que vem se produzindo. Quando digo isso, de novo, não estou dizendo que a família é a culpada. Pelo contrário, é um modo de viver que estamos produzindo.
Portal Unicamp – Quem está sendo medicado?
Cida Moysés – São as crianças questionadoras (que não se submetem facilmente às regras) e aquelas que sonham, têm fantasias, utopias e que ‘viajam’. Com isso, o que está se abortando? São os questionamentos e as utopias. Só vivemos hoje num mundo diferente de 1.000 anos atrás porque muita gente questionou, sonhou e lutou por um mundo diferente e pelas utopias. Quando impedimos isso quimicamente, segundo a frase de um psiquiatra uruguaio, “a gente corre o risco de estar fazendo um genocídio do futuro”.  Estamos dificultando, senão impedindo, a construção de futuros diferentes e mundos diferentes. E isso é terrível.
Portal Unicamp – Na França, o TDAH é praticamente zero. A que se deve isso?
Cida Moysés – Isso se deve a valores culturais, fundamentalmente.
Portal Unicamp – Isso em países desenvolvidos?
Cida Moysés – Não necessariamente. Ninguém pode dizer que os EUA não sejam desenvolvidos. Não obstante, o país é o primeiro grande consumidor mundial da ritalina, da onde irradia tudo. O Brasil vem logo em seguida, como segundo consumidor mundial. Ao contrário do que se propaga, de que a taxa de prevalência é a mesma em todos os lugares, isso não é verdade. Varia de 0,1% a 20%, conforme o estudo da Universidade McMaster do Canadá. Varia de acordo com valores culturais, região geográfica, época e conforme o profissional que está avaliando. Há trabalhos que mostram, por exemplo, que médicas diagnosticam mais TDAH em meninos e que médicos mais em meninas, provavelmente por uma falta de identificação. Alguns trabalhos mostram que crianças pobres têm mais chances de receber o diagnóstico. Estamos falando de uma Era dos Transtornos – uma epidemia dos diagnósticos. A França tem uma resistência muito grande a isso por uma questão de formação de médicos, de valores da sociedade. Lá eles têm um movimento muito grande desencadeado por médicos, muitos deles psiquiatras, que se chama collectif pas de 0 de conduite. Esse movimento surgiu como reação à lei que propunha avaliar o comportamento de todas as crianças até três anos de idade. Era um modelo que pegava especificamente pobres e imigrantes. O movimento conseguiu derrubar tal lei.
Portal Unicamp – Existe no Brasil alternativa diferente da medicalização, da visão organicista?
Cida Moysés – Temos uma articulação mais recente que é o Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade, o qual eu e o Departamento de Pediatria da FCM-Unicamp integramos. O nosso Departamento é o seu membro fundador, tendo mais de 40 entidades acadêmicas profissionais e mais de 3.000 pessoas físicas no Brasil, que estão buscando difundir as críticas que existem na literatura científica sobre isso. Além do mais, procuramos construir outros modos de acolher e de atender as necessidades das famílias dos jovens que vivenciam e sofrem com esses processos de medicalização. Em novembro, a Unicamp promoverá um Fórum Permanente sobre Medicalização da Vida, que irá abordar essas questões de medicalização e de patologização da vida. Todos estão convidados.

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sábado, 21 de setembro de 2013

O QUE É UMA MULHER DIFÍCIL? " Poderosa...

O QUE É UMA MULHER DIFÍCIL?
“Não entendo, vocês dizem que preferem as difíceis, mas quando tento ser difícil vocês vão lá e ficam com as outras.”
(Pensamento da BOAZINHAS...)
Ninguém sabe explicar, mas todo mundo gosta do que é mais difícil por parecer mais “conquistado/prazeroso” e felizmente ou infelizmente é assim que as coisas funcionam.
Você tem que saber que para completar outra pessoa é necessário se completar, e te garanto que não é forçando ser alguém que você não é que irá conseguir.
Antes de tudo vamos entender o que se seria uma “Mulher difícil”:
Uma mulher difícil não é aquela que não fica com ninguém na balada ou sai por ai dando fora em todos que aparecem. Uma mulher difícil é aquela que segue as suas vontades, que é segura, que tem postura de mulher e principalmente é autêntica.
Infelizmente na maioria das vezes se nasce assim, é como uma pessoa com charme ou uma pessoa divertida, ela é assim por natureza. Essa tal “dificuldade” não está presente na balada, pois se você chega em uma mulher e ela te dá um “fora”, é simples, você vai à procura de outra. A dificuldade vem depois, nos encontros, troca de mensagens, telefonemas, ficadas e assim por diante.
E sabe o que é mais fascinante em uma mulher dessas?
Que ela não te dá certeza da vitória, mas te faz jogar até o fim.
“Tá, então mesmo se eu tiver com vontade é melhor não fazer para ele me achar difícil?”
Antes de tudo não tente imaginar o que nós estamos pensando. A percepção dos homens varia muito de homem para homem. Um cara pode te achar super safada mesmo não fazendo nada, outro pode te adorar mesmo fazendo de tudo. E digo mais, na maioria das vezes quem define se você é “safada” ou não é a nossa cabeça e não as suas atitudes. (Eu disse maioria, ok?)
“Não vou fazer nada, vai que ele fala para os amigos?”
Entenda que se o cara é babaca o suficiente para contar tudo aos amigos ele também é suficientemente babaca para inventar coisas sobre você, então voltamos à estaca zero. Também é importante saber que quando gostamos ou temos certo respeito por alguém não damos detalhes do acontecido e sim tentamos ser sempre o mais evasivo possível.
Não existe coisa pior do que uma mulher que se faz de difícil, ela está afim, você percebe, mas ela insiste naquele joguinho retranqueiro, vulgo, “assim não”. Se for para fazer faça bem feito, diga não e tome esta postura até o fim, não fique provocando e depois querendo contornar a situação, pois não tem maneira mais fácil de pegarmos aversão a você.
Trocando em miúdos mulher difícil não é nada mais nada menos do que uma mulher bem resolvida.
Mulher que não aceita nunca ser subjugada...MUITO MENOS TRAÍDA....
Então após tudo isso só digo uma coisa: Seja você.
F.E.