terça-feira, 10 de setembro de 2013

<3 Falso Glamour Plastificado...
Bling Ring – A Gangue de Hollywood, que estreia no dia 16 de agosto, a diretora deixa um pouco de lado o tom psicológico e se baseia em fatos reais para fazer uma crítica ácida a um assunto presente no nosso dia a dia: o culto à fama e a criação de ilusões e desejos feitos pela mídia.

Entre 2008 e 2009, as casas de Lindsay Lohan, Orlando Bloom, Paris Hilton e muitas outras celebridades foram invadidas. Os ladrões, um grupo de jovens, levaram aproximadamente 3 milhões de dólares em joias, dinheiro e artigos de marcas famosas. Predominantemente ricos, roubavam porque queriam experimentar o estilo de vida do estrelato. O caso ganhou destaque após a publicação do artigo Os suspeitos usavam Louboutins, escrito pela jornalista Nancy Jo Sales.

Para um olhar pouco atento, o filme pode parecer fútil ao mostrar alguns adolescentes cometendo pequenos crimes. Olhando de perto, é possível perceber o vazio de jovens que definem sua existência pela quantidade de curtidas no Facebook ou pelo modelo do celular. Eles tiram várias fotos e postam rapidamente na Internet, imagens de pessoas famosas aparecem freneticamente (Paris Hilton e Kirsten Dunst podem ser vistas no filme) e tudo isso em torno de um falso glamour plastificado. Nick, interpretada por Emma Watson (de Harry Potter), espera liderar o país e é criada por uma mãe que tem como exemplo de vida a atriz Angelina Jolie. Rebecca se espelha em Lindsay Lohan e Marc explica que eles só roubaram porque queriam fazer parte daquela vida.
Bling Ring não só denuncia o culto exagerado e enlouquecido pela fama, mas também propõe uma reflexão sobre a angústia cultural, a superexposição nas redes sociais e a perda da privacidade do nosso tempo, sem fazer isso de forma quadrada ou por meio de lições de moral. Sofia Coppola não aponta o certo e errado, apenas filma a sociedade pelo nosso ponto de vista. Quando essa perspectiva nos é mostrada de forma explícita, percebemos como estamos inseridos nessa cultura. O que assusta e preocupa é a facilidade com a qual nós jovens podemos nos identificar na tela.
<3 Para os interessados filme online:

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Como você lida com suas inseguranças?


Como você lida com suas inseguranças?

Acredito que todos nós já fomos ou ainda somos escravos do medo, sentimento esse que mexe, trava e impossibilita a gente de ir além e buscar aquele sonho ou vontade de realizar algo. Vira e mexe ele nos domina de tal maneira que não tem pena de saber o quão fundo podemos chegar. (Pior o que fazemos por conta deste sentimento...
"IdaFranches", acrescenta...
*Você é capaz de viver uma mentira...
*Você é capaz de aceitar o que chamo de sentimento meia boca!!!Não conhece???
É aquele no qual você faz um esforço desgraçado para fingir que sente e pior você percebe que não recebe o que quer...sempre existe aquela pontinha de insatisfação...
*Você é capaz de aceitar ficar com qualquer um ou uma só para não sentir SOLIDÃO.
 Peguei pesado? Quem nunca se sentiu assim na vida? Mas calma.
Traumas, situações ou relacionamentos quando dominado pelo medo traz pra si uma paralisia em que você apenas existe, ao invés de viver. Acredito muito que quando nos propormos a  viver, podemos curtir os detalhes e nuances para aí sim, nos apaixonar todo dia, não só pelas pessoas, mas pela vida e pelas coisas que se fazem presentes, seja em um sorriso, abraço ou ato de bondade puro, sem esperar nada em troca.
Nesse trajeto que se chama viver, alguns altos e baixos podem-se fazer presentes e com eles algumas inseguranças. Pensando nisso, o fotógrafo Steve Rosenfield elaborou um projeto fotográfico bem interessante denominado ‘What I Be Project’, em que ele fotografou pessoas exibindo suas maiores inseguranças. Olha só:
Foto1 - Eu não dou minhas emoções
Eu não sou minhas emoções
Foto2 - Eu não sou meus relacionamentos
Eu não sou meus relacionamentos
Foto3 - Eu não sou a minha depressão
Eu não sou a minha depressão
Foto4 - Eu não sou a minha ansiedade
Eu não sou a minha ansiedade
Foto5 - Eu não sou a minha compulsão
Eu não sou a minha compulsão
Foto6 - Eu não sou a minha ansiedade
Eu não sou a minha ansiedade
Foto7 - Eu não sou os meus riscos
Eu não sou os meus riscos
Como o projeto mostra, os resultados foram os mais variados possíveis, as inseguranças podem-se fazer presentes tanto na minha, quanto na sua e na vida de qualquer pessoa. Assim como a dúvida, a incerteza e questionamentos, as inseguranças cumprem um papel em que podemos nos reavaliar, colocar na balança, entender quem somos, fazer uma autoanalise para assim crescermos. Acredito, também, na máxima de que quando entendemos quem somos as coisas caminham mais naturalmente, pois assim você deposita vida, tudo torna em algo com mais sentido, você passa a brincar e entender que a vida faz 50% do percurso por si só, que essas mesmas inseguranças passam ser detalhes, você enxerga nitidamente seus anseios, desejos e medos, e com isso passar viver, ao invés de existir.
E aí, ainda acha que vale à pena ser escravo do medo ou das inseguranças?
JONAS SAKAMOTO


quarta-feira, 4 de setembro de 2013

O poder de uma surpresa...


Era mais uma sexta em meio às tantas outras daquele mês. Esperei, pacientemente, ela secar cada fio de cabelo e se vestir para mais um expediente monótono de trabalho.

Era mais uma sexta em meio às tantas outras daquele mês. Esperei, pacientemente, ela secar cada fio de cabelo e se vestir para mais um expediente monótono de trabalho. Fingi que dormia como uma pedra, acalmei a respiração ansiosa e forcei as pálpebras com força, pois precisava manter o disfarce e não queria, por nada no mundo, estragar a surpresa com muita antecedência planejada. Assim que ouvi a porta de saída sendo fechada, corri para arrumar a mala dela. Ela ainda não sabia, mas naquela noite, diferente das últimas mil, iríamos dormir no Chile, em Santiago. Confesso que fiquei meio confuso diante do armário transbordante, dos tantos vestidos parecidos e dos incontáveis pares de sapato, mas consegui, com auxílio da memória, lembrar das infinitas combinações que já havia visto ela trajar sorridente e, modestamente, acho que reuni as roupas necessárias. Propositalmente, só levei as calcinhas de pouco tecido, afinal, queria que os próximos dias fossem especiais. Além de roupas, na mala dela coloquei algumas poesias inéditas que havia feito para reinventar sorrisos, balas do tipo que ela teima em acabar ainda no trailer do filme e uma máquina fotográfica analógica, que ela vinha paquerando há tempos. Não parei por ai: junto com os itens de banho, coloquei um óleo de massagem e nele, uma etiqueta dizendo: vale-massagem.
Por volta das quatorze horas, mandei uma mensagem dizendo que naquele dia a buscaria para jantarmos. Ela me perguntou se comemoraríamos algo e eu, em tom falsamente desanimado, apenas disse que conheceríamos o recém inaugurado restaurante de um amigo. O tempo parou naquela tarde. Tentei ler algo, mas não tinha concentração suficiente nem para ler um mísero gibi. Tentei ver TV, mas as únicas imagens que detinham minha atenção eram aquelas que eu mesmo roteirizava, pensando nos momentos que viveríamos ao som do nosso portunhol. Tentei dormir, mas o coração batia muito além do peito. Depois de horas vendo o ponteiro engatinhar, enfim saí de casa para buscá-la. Estava vestindo aquela jaqueta de couro que a deixava com tesão e claro, cheirando o mesmo perfume que usei quando nos conhecemos naquela boteco que insistia em rodar. Parei em fila dupla, afinal, sentia-me imune à dor das multas e só pensava na mutação da cara dela quando ela descobrisse meu plano.
Ela entrou na carro, tocou meus lábios e logo reclamou do chefe carrasco. Eu disse que tudo ia ficar bem, coloquei o som que sempre a faz dançar e com a mão na coxa dela, consegui fazê-la mudar de assuntou, ou melhor, esquecer o antigo. Ela, não sei se por desatenção ou por falta de noção geográfica, nem percebeu que nos aproximávamos do aeroporto e eu, fazia de tudo para distraí-la mostrando fotos no Instagram. Só quando já havia estacionado o carro dentro do aeroporto, ela perguntou o motivo de estarmos estávamos ali e eu, disse que o restaurante era lá dentro. Dessa vez fui salvo pela ingenuidade dela, que entrou em Congonhas como quem estava entrando na praça de alimentação de um shopping qualquer. Segui em direção à área dos restaurantes e logo fiz cara de quem confundiu a data de inauguração. Pedi desculpas. Ela fez cara de frustração. Então sugeri que entupíssemos algumas artérias no MC Donald´s mesmo e ela topou. Anotei o pedido dela, disse para ela esperar sentada e fui buscar os lanches. Sorri para simpática moça do caixa e a convenci a me dar uma caixa de sanduíche extra, para dentro dela colocar a passagem que dizia: São Paulo – Santiago.
Coloquei a bandeja com os lanches na frente dela e quase morri de ansiedade quando percebi que ela comeria os nuggets primeiro, mas esperei, quase sem aguentar, ela mergulhar cada pedaço de frango no barbecue. Assim que ela pegou a caixa leve, sem Big Mac dentro, fez cara de quem não estava entendendo nada. Ela franziu a sobrancelha e ao abrir a caixa, fez um minuto de silêncio. O minuto mais longo que vivi até aqui. Ela me olhou e eu sorri com cara de quem estava aprontado. Ela olhou novamente para o interior da caixa e com uma fina película de água já visível nos olhos, disse-me que me amava.
A viagem foi linda, de verdade, mas nem o céu estupidamente azul de Santiago conseguiu superar o sorriso que ela me deu quando abriu a caixa. Nada foi tão lindo quanto a cara que ela fez quando esbarrou com a surpresa. Nem a poesia nativa do Neruda conseguiu me emocionar tanto quanto as caras que ela fez ao desfazer a mala e ao descobrir que meu interesse maior não era conhecer um novo território e sim, redescobrir cada curva do corpo dela. Santiago era só mais uma desculpa para vê-la feliz.

Ricardo Coiro.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Menos indecisões, mais loucuras.



Menos indecisões, mais loucuras.


Estamos aqui para conversar, divergir, discutir, brigar e assim decidir juntos uma melhor opção para os dois. Não é porque sou homem que tenho que decidir tudo, cadê as suas vontades? Seus desejos? Suas fantasias?
Quero mais. Mais sacanagem, mais proatividade, mais aventura, mais certeza e menos não sei, menos talvez, menos pode ser, menos quem sabe…
“Você que sabe” não é resposta. Se eu to te perguntando, quero saber o que você quer. Sei que você como mulher tem uma tendência maior a ser indecisa em certos detalhes, e juro que até acho essa leve “fragilidade” charmosa, mas estamos num relacionamento onde eu também quero ser domado, guiado e principalmente surpreendido.
Ah, como eu gosto de uma bela discussão, daquelas que me fazem até levantar da mesa para me argumentar. Tudo bem, às vezes até posso parecer um pouco ranzinza e cabeça dura, mas se você for também, casamos.
Às vezes canso de sempre ter que conduzir a dança, de ter que direcionar as nossas vontades ao meu favor… Quero ser desafiado, contrariado, surpreendido e instigado a ter duelos de diálogos onde a melhor resposta ganha uma cara de: “É, você manda bem”.
É muito fácil ser carga. Um barco precisa do leme, que nos guia e dá direção. Precisa do motor, que nos dá força e principalmente nos faz seguir em frente. Precisa da carcaça que nos carrega e aguenta todo peso necessário para a viagem. Um barco precisa da ajuda de vários componentes para seguir em frente, então repito, é muito fácil ser carga.
Desprezo coisas mornas.
Quero alguém que me vença num jogo de sedução sincera, e que nesse enredo não me dê certeza da vitória, mas me faça jogar até o fim. Nossa, que saudade de alguém que mande bem nesse jogo.
Sou fascinado por pessoas com conhecimentos empíricos em assuntos cotidianos. Pessoas que saibam entrar em “guerra” via mensagens, onde uma resposta sucede outra ainda mais instigante. Pessoas que saibam criar expectativas positivas sobre a única coisa que aceito ser incerta: o fim de uma noite sem compromissos.
Sinto falta de ser surpreendido com detalhes, é isso.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Estranhamente aconteceu....

Estranhamente aconteceu....


"...Se eu fosse um rio,
Você seria meu OCEANO
Cada afluente me levaria a seus braços
E se,
Se eu fosse um rio
Eu fluiria para você para sempre....."




quarta-feira, 10 de julho de 2013

A vida e seu charme...

A vida e seu charme...


A vida é charmosa. Como você. 
Você é mais safada, claro. Mas isso fica só entre nós. Juro. Sabe, que nesse emaranhado de sonhos e safadezas a vida nos guie da forma mais charmosa possível e nos ensine a transmutar de inspiração a cada beijo estalado. Que ela mude as nossas opiniões, mas não a nossa essência. Nunca permita!!!!!!!!
Que ela mantenha a nossa vontade de estarmos juntos, sempre safada, manhosa, cheio dos mimos sexuais e desejos estampados na cor da sua calcinha. Que ela deixe os nossos sonhos cada vez mais palpáveis. 
Que ela não nos deixe racionalizar o amor. Que ela enalteça cada vez mais o nosso mutuo orgulho e admiração. Mas principalmente que ela não nos deixe esquecer o quanto o amor precisa de sorrisos e esmeros diários para sobreviver nessa constante guerra de emoções.
Então nessa vida só me deixa acabar contigo, e como consequência, deixar a vida acabar com a gente da forma mais charmosa possível…
FREDERICO ELBONI

Sabe quando te acho sexy?




        Sabe quando te acho sexy?




Homens gostam de mulheres naturais, mulheres simples e que sabem valorizar os pequenos detalhes do próprio sex appeal.
Esses são alguns momentos que você nunca imaginou ser sexy, mas que eu garanto que você fica muito mais sexy, delicada e charmosa do que com qualquer lingerie. O charme é você ser sexy sem saber que está sendo, só para ficarmos olhando pelo cantinho da porta e pensando qualquer besteira que a nossa imaginação nos possibilita. E olha que ela é bem fértil.
Sabe quando te acho sexy?
• Natural, sem maquiagem, sem cabelo pintado, com um shortinho jeans, uma camisa básica e um rabo de cavalo.
• Quando você está lavando roupa e tira a calcinha por baixo da saia/toalha e joga na máquina.
• Quando você bota aquele pijaminha infantil de algodão e fala pra eu vir logo pra cama que o filme já começou.
• Quando te elogio e você me responde: “Jura?” toda surpresa por eu ter reparado em algo que você nem imaginava.
Quando te vejo falando público, com determinação, segura e eu aqui com o maior orgulho de você ser minha.
• Quando você entra na piscina, pede para eu não molhar o teu cabelo, eu molho e você fica puta com aquela cara de “não acredito que você fez isso”.
• Quando você está morrendo de ciúmes e só me responde “entendi” esperando uma atenção minha.
• Quando você está com um coque e uma camisa minha, sentada na minha cama trocando o canal da televisão.
• Quando você diz: “Sai daqui agora!” e eu vou… 5 min depois você vem: “Ei, não era isso que eu queria dizer…”
• Quando você está deitada de bruços, com os pés suspensos, lendo algum livro.
São pequenos detalhes, sutilezas de um cotidiano
que nos fazem ver a vida de outro jeito. Quando essas coisas banais começarem a ser observadas e principalmente valorizadas, aí sim poderemos trocar o eu e você por nós.
Mas por favor, continuem não se achando sexy com isso ou pelo menos finjam não saber, até porque o que torna tudo isso sexy é o fato de você ser, sem saber.