quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Pq...Bullying?








O que é o Bullying?


Bullying, palavra de origem inglesa, é uma prática violenta que compreende todas as atitudes agressivas, intencionais e repetitivas, que, no ambiente escolar, são adotadas por um aluno ou grupo, causando dor, angústia e sofrimento. Ocorre em uma relação desigual de poder, ou seja, em real situação de desvantagem para a vítima. Bullying é um problema social que também ocorre fora da escola, como na rua ou em áreas de lazer, e, inclusive, com adultos nos locais de trabalho. Em nada se confunde com bom humor e brincadeiras.

Como acontece o bullying?

O bullying é praticado de diversos modos, permitindo que várias formas de violência possam ser listadas como exemplos de sua prática:

• Ação física: empurrar, socar, chutar, beliscar, bater;

• Ação verbal: apelidar, xingar, insultar, zoar;

• Ação material: destroçar, estragar, furtar, roubar;

• Ação moral: difamar, disseminar rumores, caluniar;

• Ação psicológica: ignorar, excluir, isolar, perseguir, amedrontar, aterrorizar, intimidar, dominar, tiranizar, chantagear, manipular, ameaçar, discriminar, ridicularizar;

• Ação sexual: assediar, induzir e/ou abusar;

• Ação virtual: divulgar imagens, criar comunidades, enviar mensagens, invadir a privacidade (cyberbullying).

No município de Otacílio Costa os psicólogos da rede municipal de educação Juliano Simonete Valente e Kariny Figueiredo de Freitas, estão desenvolvendo um trabalho de prevenção e combate a prática do Bullying. Aproveitando a campanha do Ministério Público de SC, onde o mesmo disponibilizou material, tais como: gibis, folder, marcador de página e cartazes, para ser entregue a rede.

O trabalho desenvolvido pelos psicólogos é primeiramente realizado com os professores e pais. No trabalho desenvolvido com professores é passado diversas formas de trabalhar o assunto com alunos. Também é trabalhado com a escola diversas formas de implantar políticas anti-bullying.

Conseqüências para a vítima de Bullying: baixa autoestima, baixo rendimento e evasão escolar, agressividade e desejo de vingança, estresse, ansiedade e fobias, dificuldades de relacionamento, depressão e ideias suicidas.

Orientações às crianças e aos adolescentes: Se você está sendo vítima de bullying, ou se conhece alguém que está, procure a ajuda de seus pais, da escola ou do Conselho Tutelar. E ligue para o Disque 100.

Orientações à família e aos responsáveis: Dialogue mais com seus filhos. Eduque estabelecendo limites. Fique atento a mudanças de comportamento. Ensine o respeito

às diferenças e dê bons exemplos. Em caso de bullying: Não culpe a criança, busque auxílio psicológico. Comunique à direção da escola, ao Conselho Tutelar ou ao Ministério Público o fato.

Orientações à escola: Ter regras claras contra o bullying. Desenvolver programas antibullying que envolvam professores, pais e alunos. / Trabalhar o respeito à diversidade. / Em caso de bullying, informar, sendo necessário, o Conselho Tutelar.

Pq....Pq....Psicanálise?



O que a Psicanálise não é?

Não é medicina, nem tão pouca psicologia. Entretanto o médico e o psicólogo também podem ser psicanalistas. A psicanálise surgiu na década de 1890, por Sigmund Freud, através de conversas com pacientes, Freud acreditava que seus problemas originaram-se de uma não aceitação de tais acontecimentos em sua vida, sendo assim, reprimindo seus desejos no inconsciente, nascendo daí uma fantasia. O método básico da Psicanálise é o cliente numa postura relaxada, é solicitado a dizer tudo o que lhe vem à mente: sonhos, esperanças, desejos, fantasias, como também as experiências vividas nos primeiros anos de vida em família. Geralmente o analista simplesmente escuta, fazendo comentários somente quando no seu julgamento profissional visualiza uma oportunidade para que o cliente . tome conscientes os conteúdos reprimidos que precisam ser esclarecidos. Escutando seu cliente o analista tenta manter uma atitude de neutralidade. Uma postura de não-julgamento visando criar um ambiente seguro. Tendo como propósito descobrir as necessidades, complexos, traumas e tudo aquilo que perturba o equilíbrio emocional do indivíduo e que se encontra recalcada (afastada e presa) no inconsciente, visando a reeducação afetiva da pessoa, por meio da conscientização dos motivos que a levam a ter determinados comportamentos ou sintomas. A análise consiste essencialmente na evidenciação do significado inconsciente das palavras, ações e produções imaginárias (sonhos, fantasias, etc.) de um indivíduo.

É a Psicanálise profissão regulamentada?

A profissão de Psicanalista é livre no Brasil, classificada na CBO (Classificação Brasileira de Ocupações) no Ministério do Trabalho - Portaria nº 397/TEM de 09/10/2002, sob o nº 2515.50. Pode ser exercida em todo o Território Nacional em consultórios, colégios, clinicas e instituições que atuem em área de saúde mental e no tratamento da psiconeurose.


O Curso tem registro no MEC?

Não. Nem tão pouco os demais cursos de formação em Psicanálise existentes no País. Inexistem, também, cursos de Psicanálise no âmbito universitário e sim Cursos de Formação promovidos por Sociedades Psicanalíticas. Concluído, o psicanalista recebe um Certificado expedido pela Sociedade. 


Quem é o Psicanalista junto á clientela e ao Ministério do Trabalho?

É um profissional que pratica a Psicanálise em consultórios, clínicas e até hospitais, empregando metodologia exclusiva ao bom exercício da profissão, quais sejam, as técnicas e meios eficazes da psicanálise no tratamento das psiconeuroses. Para atingir plenamente seus objetivos, o psicanalista deve ser uma pessoa com sólida formação humanitária, visto que a profissão requer uma acentuada cumplicidade entre analista e seu paciente. Os psicanalistas têm sua profissão classificada na CBO (Classificação Brasileira de Ocupações) no Ministério do Trabalho - Portaria nº 397/TEM de 09/10/2002, sob o nº 2515.50, podendo exercer sua profissão em todo o Território Nacional. 


Como se forma Psicanalista no Brasil e no Mundo?

Nos tempos de Freud a formação consistia em assistir conferências e aulas do mestre de Viena e/ou dos pioneiros. A seguir, aqueles que se consideravam capacitados, iniciavam na clínica. Posteriormente, através de Sandor Ferenczi, foi iniciada a conhecida Análise Didática. Entretanto Freud nunca empregou este método. A expressão que ele usava era “auto-análise”. Com o passar dos tempos, as sociedades psicanalíticas desenvolveram metodologias próprias criando processos de formação mais ou menos sistemáticos. Algumas continuam com o sistema de conferências, palestras e análise didática. Outras, entre elas a SCOPSI usam um processo dinâmico, diferente das outras sociedades.

Por que o Curso é aberto às várias graduações universitárias? 
É aberto porque nenhuma Lei especificou o contrário. Vale dizer, que desde o princípio era uma profissão aberta a quem se interessasse e que atraiu não só médico - como Jung e Adler - mas também advogados, filósofos, literatos, educadores e teólogos, sociólogos e pedagogos. Por isso restringir a Psicanálise a essa ou àquela profissão é absolutamente contrário à ciência, ilegal e inconstitucional, pois “todos são iguais perante a Lei”.


O que regulamenta a profissão de Psicanalista?

No Brasil e no Mundo a psicanálise é exercida livremente e não é regulamentada. Sendo assim, é uma profissão livre, reconhecida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (CBO - código 2515.50), amparada pelo Decreto nº 2.208 de 17/04/1997, que estabelece Diretrizes e Bases da Educação Nacional e pela Constituição Federal nos artigos 5º incisos II e XIII. Sobre a legalidade da prática profissional psicanalítica, acrescenta-se ainda o Parecer do Conselho Federal de Medicina, Processo Consulta 4.048/97 de 11/02/98. Parecer 309/88 da Coordenadoria de Identificação Profissional do Ministério do Trabalho. Parecer n.º 159/2000 do Ministério Público Federal e da Procuradoria da República, do Distrito Federal, e Aviso n.º 257/57, de 06/06/1957, do Ministério da Saúde, este último como marco histórico. Repisando: pode ser exercida em todo o País.


Como é o processo de formação pela SCOPSI?

Através de curso com duração de 30 meses. Aulas: uma vez por mês durante um final de semana (sábado das 18:00 h às 21:00 h e domingo das 08:00 h às 17:00 h). Após cada módulo, o aluno terá de elaborar os trabalhos relativos aos que foi ministrado em aula e os apresentar no mesmo dia ou na aula subseqüente. Ao final do evento ser-lhe-á exigido, a título de avaliação, uma Monografia - com tema livre sendo escolhido dentro do assunto da Teoria Psicanalítica. 

O Curso está dividido em 04 (quatro) partes:

1ª Parte – Parte Teórica - Matérias de Formação – Módulos acadêmicos.
2ª Parte – Grupos de estudos – Promovidos pelos próprios alunos.
3ª Parte – Análise Didática – Análise Pessoal.
4ª Parte – Parte Prática – Estágio Supervisionado com Pacientes/piloto, com o propósito de capacitar o Psicanalista para o exercício consciente da Profissão e propiciar a auto-análise - Início após o 15º módulo do curso.


Após o Curso, como exercer legalmente a profissão?

Terminado o curso, de acordo com as leis em vigor e o Código de Ética, a SCOPSI certifica o novo profissional. Caso o novo Psicanalista queira se filiar à SCOPSI poderá fazê-lo. A profissão é de natureza livre, podendo ser exercida legalmente. Existem Estados e Cidades que já regulamentaram a atividade de Psicanálise, através de Lei que “estabelece Normas para o Imposto sobre Serviços de Saúde, Assistência Médica e Congêneres” - e que inclui a Psicanálise. 

O que faz o psicanalista?

Há uma grande necessidade de psicanalistas para analisar as pessoas na solução de seus problemas existenciais, tais como: fobias, ansiedades, depressões, obsessões, impulsos, angústias e crises de toda ordem emocional. O profissional de Psicanálise ajudará a sociedade a ficar mais humana e a vida a ter mais sentido!

Quem poderá fazer o curso?

Médicos, Professores, Engenheiros, Odontólogos, Advogados, Assistentes Sociais, Pedagogos, Teólogos, Enfermeiros, Teólogos, Psicólogos, Contadores, etc. Este curso é dirigido a todos os interessados em adquirir conhecimentos mais profundos em Psicanálise. Aos que querem aprender a dinâmica de seus problemas emocionais e afetivos de acordo com as teorias psicanalíticas, e aos que desejam dedicar-se à Psicanálise como Terapeutas e Clinicar.

O que é Psicanálise?

Algumas Perguntas Frequentes  sobre Psicanálise
1. Quais são as diferenças entre a psicanálise e as outras formas de terapia?
2. Qual a formação do psicanalista?
3. Qual é a frequência de sessões indicada?
4. Por que o divã?
5. Qual a duração de uma análise?
6. Quando uma análise é considerada terminada?



1. Quais são as diferenças entre a psicanálise e as outras formas de terapia? 

O psicanalista não prescreve medicamentos e também não dá conselhos, opiniões, sugestões, nem oferece soluções aos problemas do paciente. O trabalho é centrado na interpretação da transferência, ou seja, nas vivências emocionais que ocorrem no vículo estabelecido pela dupla paciente-analista. O processo analítico visa o desenvolvimento da percepção do analisando a respeito dos seus conflitos internos, de forma que, ao elaborá-los, ele se torne cada vez mais capaz de lidar com sua vida emocional.


2. Qual a formação do psicanalista?

Num instituto, monitorado pela Associação Psicanalítica Internacional (IPA), um psicanalista que geralmente é graduado como psicólogo ou psiquiatra, passa por um processo de aprendizagem e treinamento, que pode durar de 5 a 10 anos, quando ele deve completar:
- uma análise pessoal profunda;
- formação teórica ministrada por outros analistas;
- aprimoramento clínico sob a supervisão de um analista didata.


3. Qual é a frequência de sessões indicada?

De acordo com os estatutos da Associação Psicanalítica Internacional (IPA), independentemente do quadro psicopatológico, um analisando deveria fazer uma análise de 4 sessões semanais.


4. Por que o divã?

Ao deitar-se no divã, sem se distrair com a presença visível do analista, o analisando tem uma experiência emocional incomum, concentrando-se em seus processos mentais de uma forma muito mais profunda.


5. Qual a duração de uma análise?

O sofrimento psíquico, devido a antigos conflitos internos , será gradualmente elaborado quando, a partir de um intenso e longo trabalho de vivências emocionais cruciais, advier uma mudança estrutural que possibilite maior integração da vida emocional do analisando.


6. Quando uma análise é considerada terminada?

Se, ao invés de massivamente se utilizar de mecanismos de defesa para obliterar a percepção de seu mundo interno, o analisando atingir um estado de desenvolvimento emocional, no qual ele realmente deseje vivenciar e se responsabilizar pelos seus estados mentais (sentimentos, pensamentos, etc.), pode-se dizer que o processo analítico teve êxito.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Comment vous vous sentez ... J'ai encore ... Je et Tu ...



Comment vous vous sentez ...
J'ai encore ...
Je et Tu ...



                      

IdaFranches na forma mais visceral....




....Eu me tornei tão entorpecido 

Eu não posso sentir você aqui 

Fiquei tão cansado 
Muito mais consciente

Eu estou me tornando isso 

Tudo o que eu quero fazer 
é ser mais como eu 
E ser menos como você

Você não pode ver que você está me sufocando? 

segurando muito forte, com medo de perder o controle 
tudo Porque que você pensou que eu seria 
Desmoronou bem na frente de você....




domingo, 26 de agosto de 2012