Mon nom plutôt que IdaFranches doit être parce que!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Exposição de experiências em Psicologia, espaço para discussões, informações para estudantes de psicologia sobre a realidade atual, questões típicas da área, trocas entre profissionais em atuação e acadêmicos.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Por Quê? As 3 diferenças entre a pessoa produtiva e a pessoa ocupada.
As 3 diferenças entre a pessoa produtiva e a pessoa ocupada
Uma frase extremamente comum no mundo corporativo é “Não tenho tempo para nada!”. Como fã da democracia, eu sou obrigado a discordar! O tempo é um dos poucos recursos que todas as pessoas têm, igualmente.Por outro lado, a forma que você aproveita as suas 24 horas, aí sim são outros 500.
Se está entre as pessoas que “não tem tempo pra nada”, confira abaixo algumas diferenças de postura que podem te levar a um dia-a-dia muito mais produtivo.
1. Ocupar o tempo vs. aproveitar o tempo
Existe uma coisa chamada Lei de Parkinson, que diz que “O trabalho se expande para preencher o tempo disponível para ser concluído”. Ou seja, se você fala pra uma pessoa ocupada “Você tem até tal hora para entregar algo”, essa pessoa dará um jeito de ocupar essas horas, mesmo que o prazo esteja extremamente folgado.
Por outro lado, as pessoas produtivas pensam “Preciso entregar essa tarefa. Vou dar um jeito de aproveitar as horas que tenho e entregar o máximo possível”.
Com esses pensamentos diferentes, dificilmente uma pessoa ocupada entregará algo antes do prazo. Em compensação, a pessoa produtiva está sempre pensando em formas de entregar além do esperado.
2. Fazer o que acontece vs. fazer acontecer
Uma pessoa “ocupada” se distrai muito fácil. Isso acontece porque sem um objetivo claro, qualquer interrupção parece relevante e o que é importante mas não é urgente fica sempre deixado pra depois.
A pessoa produtiva sabe que precisa alcançar um objetivo importante. Tudo que não estiver relacionado com esse objetivo deve ser ignorado até o objetivo seja alcançado.
Faz sentido imaginar um piloto de F1 checando o Facebook a cada 5 minutos durante a corrida? Por que faria pra você?
3. Seguir as regras vs. criar as regras
Pessoas sem postura produtiva normalmente recebem uma sequência de tarefas e saem executando sem entender muito bem o porquê. Isso tira a motivação e aumenta muito a dificuldade da tarefa.
Em compensação, pessoas produtivas fazem questão de entender exatamente onde precisam chegar. A partir disso, elas conseguem criar seus próprios planos e executá-los de maneira eficiente.
Conclusão: Produza ou descanse, enrolação é desperdício
Que fique bem claro, trabalhar 37 horas por dia dificilmente é a coisa mais produtiva a se fazer. Assim como qualquer máquina, o corpo humano precisa de manutenção e se você não tiver momentos para descansar, uma hora a máquina quebra.
Por isso, não tem problema algum checar Facebook, tirar um cochilo ou levantar pra tomar uma água, desde que seja num momento em que você esteja conscientemente descansando.
Se quiser se aprofundar no tema, temos um workshop de 1 hora sobre gestão do tempo e aumento de produtividade.
Por apenas 25 reais (menos que uma ida ao bar) você aprenderá muito sobre ferramentas e técnicas para tornar seu dia-a-dia muito mais produtivo. Veja mais aqui.
Abraços,
Millor Machado (produtivo enquanto ocupado)
Por Quê? 12 pensamentos comuns entre líderes de sucesso.
12 pensamentos comuns entre líderes de sucesso
A dica de hoje foi dada por Robert I. Sutton no portal Harvard Business Review.“Eu tenho uma percepção imperfeita sobre o que é realmente trabalhar pra mim.”
“O meu sucesso – e o de meu time – depende em grande parte de se fazer coisas óbvias e banais, não há nada de mágico, obscuro ou uma grande descoberta de idéias e métodos.”
“Ter objetivos ambiciosos e bem definidos é importante, mas é inútil ficar pensando demais neles. O meu trabalho é focar em pequenas vitórias que possibilitam meu time a fazer progresso a cada dia.”
“Uma das mais importantes e mais difíceis partes do meu trabalho é encontrar o equilíbrio delicado entre ser muito assertivo ou não ser assertivo o suficiente.”
“Meu trabalho é servir como escudo humano para proteger meu time de intrusões externas, distrações e idiotices de todos os tipos – e claro, evitar a exposição de minha própria idiotice também.”
“Eu me esforço a parecer confiante o suficiente para demonstrar autoridade, mas sou humilde o suficiente para admitir quando estou errado.”
“Eu pretendo lutar quando estou certo e escutar sempre que estou errado – e ensinar meu time a fazer isso também.”
“Um de meus maiores testes de liderança é – O que acontece depois que alguém comete um erro?”
“Inovação é crucial em qualquer empresa. Meu trabalho é encorajar meu time a gerar e testar todos os tipos de novas idéias. Porém, é meu trabalho acabar com algumas idéias ruins, e a maioria das boas também.”
“É mais importante eliminar coisas negativas do que acentuar positivas.”
“Como eu faço as coisas é tão importante quanto o que eu faço.”
“Por exercer poder sobre outros, eu corro grande risco de acabar agindo como um idiota insensível, sem perceber.”
Por Quê? 5 Diferenças entre empreendedores de sucesso e donos de empresa que não saem do lugar.
5 diferenças entre empreendedores de sucesso e donos de empresa que não saem do lugar
1. Investimento x Gasto
Empreendedores de sucesso têm a capacidade de enxergar rapidamente uma boa oportunidade de investimento que lhes é apresentada. Isso porque eles entendem que estão fazendo um investimento e sabem que bons investimentos trazem retornos positivos. Por outro lado, um empreendedor que não consegue sair do lugar não vê que gastar dinheiro numa campanha de marketing, na retenção de talentos e em uma boa consultoria, por exemplo, é uma forma de investir. E é por isso que, enquanto uns empreendedores são bem-sucedidos, outros apenas patinam no mesmo lugar.
2. Sem risco = Sem dinheiro
Empreendedores de sucesso aceitam correr riscos em qualquer área de seus negócios porque é aí que estão a paixão, a felicidade e o dinheiro. Que riscos você já aceitou enfrentar hoje?
3. Muito dinheiro requer grandes ações
Recolher informações e tomar decisões, sem prorrogá-las, é prática comum entre os empreendedores de sucesso. Quando você procrastina, perde tempo. E tempo é dinheiro. Empreendedores que não saem do lugar não têm grandes atitudes decisivas. Gastam tempo pensando em como gastar menos dinheiro e burlar o sistema.
4. Recursos em abundância x Falta de recursos
Empreendedores de sucesso são cheios de recursos e aqueles que andam de lado sofrem escassez de recursos. Os de sucesso focam em soluções, possibilidades, inovação, grandes decisões, parcerias, crescimento, expansão, confiança e abraçam mais responsabilidade, agregando mais valor aos seus produtos e serviços. Eles estão sempre transformando uma situação difícil em uma grande conquista para eles e suas equipes. Quando eles não têm recursos para tocar um projeto, encontram uma saída. Já os empreendedores que não saem do lugar focam na falta, no medo, no que não é suficiente, jogam pouco, não querem correr risco e se afastam da responsabilidade.
5. Agregador de valor x Tomador de valor
Empreendedores de sucesso focam em trazer valor. Empreendedores que não saem do lugar focam em extrair o máximo que eles podem de seus vendedores, clientes e até em seminários e eventos. Os empresários de sucesso estão genuinamente interessados em trazer um valor significativo para seus clientes com os serviços e produtos que oferecem. Por conta disso, são recompensados.
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Se você quer ser um empreendedor que sai do lugar, então siga-nos no twitter @empreendemia.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Por Quê? Informação.
Para conselhos de psicologia, projeto de lei do ato médico não é consenso entre profissionais da saúde
Entidades pedem mais debate; abaixo, texto veiculado pelo CFP e pelo CRP-6
Uma
tentativa de colocar o Projeto de Lei (PL) nº 268/2002, conhecido como
Ato Médico, na pauta do plenário do Senado Federal em regime de
urgência, sem que tenha havido consenso entre os diversos setores da
área da saúde, foi realizada na tarde de quarta-feira, 1 de dezembro de
2010, quando representantes da classe médica foram ao gabinete do
senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo no Senado, fazer a
solicitação. Não há um texto de consenso para o PL, ao contrário do que
vem sendo anunciado por setores da medicina.
A
possibilidade de votação do PL a toque de caixa, no final da
legislatura, preocupa as profissões da saúde, pois não foi realizada uma
discussão mais ampla no Congresso e o debate, definitivamente, não foi
amadurecido na sociedade brasileira, que é a maior prejudicada pelas
mudanças. O projeto, tal como está, interfere diretamente no
funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS) e, se aprovado, afetará a
todos os usuários do serviço. Ademais, o projeto ainda não passou por
todas as comissões no Senado.
Em
reunião com o presidente do Senado Federal, José Sarney, na
terça-feira, 23 de novembro, representantes de conselhos profissionais,
fóruns e associações de profissionais e usuários da saúde expuseram suas
preocupações em relação ao PL. Na ocasião, Sarney assegurou que o
projeto não entraria na pauta em regime de urgência e reconheceu que o
assunto é controverso. "Não vamos colocar em urgência, estou vendo que é
um assunto controvertido", afirmou o presidente do Senado.
Estiveram
na reunião conselheiros do Conselho Nacional de Saúde (CNS),
representantes do Fórum das Entidades Nacionais dos Trabalhadores da
área da Saúde (Fentas), da Confederação Nacional dos Trabalhadores na
Saúde (CNTS), dos Conselhos Federais de Psicologia (CFP), de
Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Cofito), de Fonoaudiologia e de
Enfermagem. O movimento contra o projeto de lei do Ato Médico reúne
entidades e associações de diversas profissões da saúde.
O
chamado Ato Médico interfere na autonomia do trabalho das profissões da
saúde e causa danos ao SUS ao prejudicar o atendimento integral à saúde
da população. O debate é essencial para que seja garantida à sociedade o
direito do atendimento multiprofissional.
Conselho Federal de Psicologia (CFP)
Conselho Regional de Psicologia - 6ª Região (CRP-6)
Por Quê? Cérebro de autistas é maior.
| Cérebro de autistas é maior | ||||||
| Descoberta aponta novos caminhos para estudar a origem do transtorno | ||||||
A descoberta é resultado preliminar de um estudo conduzido pelo neurocientista Eric Courchersne, publicado na Journal of The American Medical Association em novembro de 2011. Sua equipe analisou tecidos do córtex pré-frontal de 13 meninos e adolescentes que morreram entre 2 e 16 anos de idade – 7 deles diagnosticados com autismo. Os pesquisadores descobriram que eles tinham 67% mais neurônios que o grupo de controle. Essa proporção foi observada apenas em relação a esse tipo de célula, pois a contagem de outras estruturas neurais, como as células gliais, foi idêntica à do grupo de controle. Além disso, o cérebro dos autistas revelou-se 17,6% mais pesado e 7% maior que a média. “Futuros estudos com uma amostra maior de tecidos poderão revelar relações importantes entre a contagem de neurônios e a severidade dos sintomas”, afirma Courchersne em seu artigo. | ||||||
Por Quê? Pessoas tendem a ser mais empáticas quando executam ações simultâneas.
| A dança da cooperação | ||||||
| Pessoas tendem a ser mais empáticas quando executam ações simultâneas | ||||||
Apesar de permear nosso cotidiano, a sincronia implicada na cooperação não tem nada de trivial. Tal associação é construída apenas durante a interação propriamente dita – é por isso que ninguém aprende a dançar consultando livros ou sites na internet. Pioneiros nessa área, os psicólogos cognitivos Simon Garrod, da Universidade de Glasgow, e Martin Pickering, da Universidade de Edimburgo, investigaram o papel da fala como instrumento de coordenação. Eles observaram que, enquanto executam ações sincronizadas, as pessoas tendem a concordar rápida e involuntariamente sobre conceitos comuns. Exemplo: dois indivíduos, enquanto realizam uma ação conjunta, discutem a cor de uma gravata. Quando um deles diz que a peça é verde, o outro não demora muito para concordar, mesmo que a gravata seja de fato azul. Esse acordo tácito simplifica muito o entendimento. Os experimentos dos pesquisadores escoceses mostraram também que a estrutura da frase e até mesmo a entonação da fala passam por ligeiras alterações para que a conversação flua sem obstáculos. Muitas vezes, porém, a cooperação exige algum esforço para garantir que as pessoas não reajam na hora errada, ou seja, na vez do outro. É preciso certo grau de sensibilidade para perceber o outro e alternar a fala e a escuta durante uma conversa, ao tocar as teclas no momento exato num duo ao piano ou durante uma dança, por exemplo. | ||||||
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