quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Frases de Psicólogos...


Frases de psicólogos


Lições de vida em frases sábias
Adquirimos modelos em nossa infância e hoje nos comportamos como tais. Para mudar nosso comportamento amanhã é preciso mudar nossos modelos hoje.
Rosana Gabriel - Psicóloga
Os valores que nos constrói nos faz chegarmos aonde chegamos, mas em algum momento é necessário construirmos os nossos próprios valores.
Rosana Gabriel - Psicóloga
Só existem dois lugares onde somos verdadeiramente nós mesmos: diante de um espelho ou dentro de um banheiro.
Rosana Gabriel - Psicóloga
O passado só pode ser visto como um cenário congelado, onde não podemos mudar nada, mas podemos olhar e perceber onde erramos ou erraram com a gente só assim teremos um aprendizado para hoje não errarmos mais.
Rosana Gabriel - Psicóloga
Não podemos mudar nada no que já passou, mas podemos mudar o hoje para amanhã colhermos frutos diferentes do que colhemos hoje.
Rosana Gabriel - Psicóloga
O autoconhecimento é a beleza que se ouve no silêncio.
Rosana Gabriel - Psicóloga
Podemos mudar nossos comportamentos através de novos modelos.
Rosana Gabriel - Psicóloga
Só podemos entender o outro nos colocando em seu lugar, e mesmo assim imaginaremos o que eles sentem e jamais sentiremos a mesma dor ou alegria.
Rosana Gabriel - Psicóloga
Uma relação só acontece se for reforçada e se reforçar, caso ao contrário ela se acaba.
Rosana Gabriel - Psicóloga
Observe seus pensamentos, eles são responsáveis por suas ações e sentimentos.
Margarida Antunes Chagas - Psicóloga
Preocupe-se em mudar seus comportamentos, só assim, conseguirá mudanças no comportamento do outro com você.
Margarida Antunes Chagas - Psicóloga
No final sempre vencerá aquele que agiu e não o que se lamentou.
Maria Teresa Reginato -   Psicóloga
A relação afetiva saudável se constrói na medida que você começa a desenvolver a empatia.
Luiz Ricardo Vieira Gonzaga – Psicólogo
O julgamento prévio que você faz do outro muitas vezes são necessidades e limitações suas.
Luiz Ricardo Vieira Gonzaga – Psicólogo
Quando tu ultrapassares o seu limite em relação ao do outro, "olhe para dentro de si", como um espelho à sua frente e perceberá que essa linha imaginária existe entre nós.
Luiz Ricardo Vieira Gonzaga – Psicólogo
O afeto é o combustível do ser humano, mas a tolerância, o respeito, a compreensão fazem parte desse processo.
Luiz Ricardo Vieira Gonzaga   – Psicólogo
Saber dizer “não” com elegância é uma arte que pode e deve ser desenvolvida, pois falar “não” através de comportamentos constrangedores qualquer idiota sabe fazer.
Marisa de Abreu -    Psicóloga
Tem gente que pensa que só porque iniciou a frase com “Me desculpe o que vou dizer” adquire automaticamente o direito de falar qualquer absurdo que lhe venha à mente.
Marisa de Abreu -    Psicóloga
Fazer rir através de comentários irônicos não faz de você uma pessoa agradável, talvez sua imagem esteja mais para um comediante amargo. Esta é a sua meta?
Marisa de Abreu -    Psicóloga
Equilíbrio emocional começa a ser adquirido na barriga de sua mãe, começa a ser destruído no berço, mas a oportunidade de ser feliz volta quando você adquire, e usa, a capacidade de raciocinar sobre si mesmo.
Marisa de Abreu -    Psicóloga
Você é livre para ser o que é ou para se esconder atrás de uma fachada.
Carl Rogers -  Psicólogo
Corra sempre atrás do movimento, não considere que a felicidade virá depois que você chegar a algum lugar, ela estará sendo construída enquanto você se permite novas vivencias.
Marisa de Abreu -    Psicóloga
Quem olha para fora, sonha. Quem olha para dentro, acorda.
C. G. Jung   Psicólogo
Não considere uma “aventura” apenas andar de montanha russa, considere tomar um sorvete de limão, observar o trevo que nasce na rachadura da calçada,  como uma experiência que vale a pena ser desfrutada.
Marisa de Abreu -    Psicóloga
É impossível para um homem aprender aquilo que ele acha que já sabe.
Epicteto - Grande filósofo e influencia do pensamento na Terapia Cognitiva
Ser sincero ok, ser verdadeiro ok, mas não confunda seu direito a ter sentimentos com autorização para magoar quem não tem nada a ver com suas neuroses.
Marisa de Abreu -       Psicóloga
No final sempre vencerá aquele que agiu e não o que se lamentou.
Maria Teresa Reginato  -  Psicóloga
O caráter de um homem é formado pelas pessoas que escolheu para conviver.
Sigmund Freud - Psicanalista
Erros são, no final das contas, fundamentos da verdade.
C. G. Jung   Psicólogo
Todos nós nascemos originais e morremos cópias.
C. G. Jung   Psicólogo
Em si, a vida é neutra. Nós a fazemos bela, nós a fazemos feia; a vida é a energia que trazemos a ela.
Osho
A gente procura nos outros o que nega na gente.
Luiz Gaspareto
Quem casou com o sonho vai passar sozinho pro resto da vida.
Luiz Gaspareto
A ciência moderna ainda não produziu um medicamento tranqüilizador tão eficaz como o são umas poucas palavras bondosas.
Sigmund Freud -  Psicanalista
O pensamento é a ação ensaiando.
Sigmund Freud -  Psicanalista
Seria muito simpático que existisse Deus, que tivesse criado o mundo e fosse uma benevolente providência; que existissem um ordem moral no Universo e uma vida futura; mas é um fato muito surpreendente que tudo isto seja exatamente o que nós nos sentimos obrigados a desejar que exista.
Sigmund Freud -  Psicanalista
O homem pode defender-se dos ataques; contra o elogio se está sempre indefeso.
Sigmund Freud -  Psicanalista
A crença em Deus subsiste devido ao desejo de um pai protetor e imortalidade, ou como um ópio contra a miséria e sofrimento da existência humana.
Sigmund Freud -  Psicanalista
Adquirimos modelos em nossa infância e hoje nos comportamos como tais. Para mudar nosso comportamento amanhã é preciso mudar nossos modelos hoje.
Rosana Gabriel - Psicóloga
Os valores que nos constrói nos faz chegarmos aonde chegamos, mas em algum momento é necessário construirmos os nossos próprios valores.
Rosana Gabriel - Psicóloga
Só existem dois lugares onde somos verdadeiramente nós mesmos: diante de um espelho ou dentro de um banheiro.
Rosana Gabriel - Psicóloga
O passado só pode ser visto como um cenário congelado, onde não podemos mudar nada, mas podemos olhar e perceber onde erramos ou erraram com a gente só assim teremos um aprendizado para hoje não errarmos mais.
Rosana Gabriel - Psicóloga
Não podemos mudar nada no que já passou, mas podemos mudar o hoje para amanhã colhermos frutos diferentes do que colhemos hoje.
Rosana Gabriel - Psicóloga
O autoconhecimento é a beleza que se ouve no silêncio.
Rosana Gabriel - Psicóloga
Podemos mudar nossos comportamentos através de novos modelos.
Rosana Gabriel - Psicóloga
Só podemos entender o outro nos colocando em seu lugar, e mesmo assim imaginaremos o que eles sentem e jamais sentiremos a mesma dor ou alegria.
Rosana Gabriel - Psicóloga
Uma relação só acontece se for reforçada e se reforçar, caso ao contrário ela se acaba.
Rosana Gabriel - Psicóloga
Observe seus pensamentos, eles são responsáveis por suas ações e sentimentos.
Margarida Antunes Chagas - Psicóloga
Preocupe-se em mudar seus comportamentos, só assim, conseguirá mudanças no comportamento do outro com você.
Margarida Antunes Chagas - Psicóloga
No final sempre vencerá aquele que agiu e não o que se lamentou.
Maria Teresa Reginato -   Psicóloga
A relação afetiva saudável se constrói na medida que você começa a desenvolver a empatia.
Luiz Ricardo Vieira Gonzaga – Psicólogo
O julgamento prévio que você faz do outro muitas vezes são necessidades e limitações suas.
Luiz Ricardo Vieira Gonzaga – Psicólogo
Quando tu ultrapassares o seu limite em relação ao do outro, "olhe para dentro de si", como um espelho à sua frente e perceberá que essa linha imaginária existe entre nós.
Luiz Ricardo Vieira Gonzaga – Psicólogo
O afeto é o combustível do ser humano, mas a tolerância, o respeito, a compreensão fazem parte desse processo.
Luiz Ricardo Vieira Gonzaga   – Psicólogo
Saber dizer “não” com elegância é uma arte que pode e deve ser desenvolvida, pois falar “não” através de comportamentos constrangedores qualquer idiota sabe fazer.
Marisa de Abreu -    Psicóloga
Tem gente que pensa que só porque iniciou a frase com “Me desculpe o que vou dizer” adquire automaticamente o direito de falar qualquer absurdo que lhe venha à mente.
Marisa de Abreu -    Psicóloga
Fazer rir através de comentários irônicos não faz de você uma pessoa agradável, talvez sua imagem esteja mais para um comediante amargo. Esta é a sua meta?
Marisa de Abreu -    Psicóloga
Equilíbrio emocional começa a ser adquirido na barriga de sua mãe, começa a ser destruído no berço, mas a oportunidade de ser feliz volta quando você adquire, e usa, a capacidade de raciocinar sobre si mesmo.
Marisa de Abreu -    Psicóloga
Você é livre para ser o que é ou para se esconder atrás de uma fachada.
Carl Rogers -  Psicólogo
Corra sempre atrás do movimento, não considere que a felicidade virá depois que você chegar a algum lugar, ela estará sendo construída enquanto você se permite novas vivencias.
Marisa de Abreu -    Psicóloga
Quem olha para fora, sonha. Quem olha para dentro, acorda.
C. G. Jung   Psicólogo
Não considere uma “aventura” apenas andar de montanha russa, considere tomar um sorvete de limão, observar o trevo que nasce na rachadura da calçada,  como uma experiência que vale a pena ser desfrutada.
Marisa de Abreu -    Psicóloga
É impossível para um homem aprender aquilo que ele acha que já sabe.
Epicteto - Grande filósofo e influencia do pensamento na Terapia Cognitiva
Ser sincero ok, ser verdadeiro ok, mas não confunda seu direito a ter sentimentos com autorização para magoar quem não tem nada a ver com suas neuroses.
Marisa de Abreu -       Psicóloga
No final sempre vencerá aquele que agiu e não o que se lamentou.
Maria Teresa Reginato  -  Psicóloga
O caráter de um homem é formado pelas pessoas que escolheu para conviver.
Sigmund Freud - Psicanalista
Erros são, no final das contas, fundamentos da verdade.
C. G. Jung   Psicólogo
Todos nós nascemos originais e morremos cópias.
C. G. Jung   Psicólogo
A ciência moderna ainda não produziu um medicamento tranqüilizador tão eficaz como o são umas poucas palavras bondosas.
Sigmund Freud -  Psicanalista
O pensamento é a ação ensaiando.
Sigmund Freud -  Psicanalista
Seria muito simpático que existisse Deus, que tivesse criado o mundo e fosse uma benevolente providência; que existissem um ordem moral no Universo e uma vida futura; mas é um fato muito surpreendente que tudo isto seja exatamente o que nós nos sentimos obrigados a desejar que exista.
Sigmund Freud -  Psicanalista
O homem pode defender-se dos ataques; contra o elogio se está sempre indefeso.
Sigmund Freud -  Psicanalista
A crença em Deus subsiste devido ao desejo de um pai protetor e imortalidade, ou como um ópio contra a miséria e sofrimento da existência humana.
Sigmund Freud -  Psicanalista

LUTO...


Luto



luto

Entrevista cedida pela psicóloga Estela Noronha para a Rit TV



O LUTO É UM PROCESSO QUE OCORRE IMEDIATAMENTE APÓS A MORTE DE ALGUÉM QUE AMAMOS. NÃO É UM SENTIMENTO ÚNICO, MAS SIM UM CONJUNTO DE SENTIMENTOS E EMOÇÕES QUE REQUER UM TEMPO PARA SEREM DIGERIDOS E RESOLVIDOS E QUE NÃO PODE SER APRESSADO, CADA UM DE NÓS TEM UM "TEMPO EMOCIONAL" QUE DEVE SER RESPEITADO. APESAR DE SERMOS INDIVÍDUOS COM CARACTERÍSTICAS PRÓPRIAS, A FORMA COMO VIVENCIAMOS O LUTO É MUITO SEMELHANTE NA MAIORIA. PARA TRATAR DESTE ASSUNTO CONTAREMOS COM A PRESENÇA DA PSICOLOGA ESTELA NORONHA QUE VAI ESCLARECER AS NOSSAS DÚVIDAS.

1) QUANDO O INDIVÍDUO ESTÁ EM PROCESSO DE LUTO RECEBE UMA ENXURRADA DE EMOÇÕES. INICIALMENTE COMO LIDAR COM O LUTO ASSIM QUE ELE ACONTECE?

Psicóloga: Vivendo o luto, não há outra forma. Segundo estudiosos do luto há 05 fases no processo da aceitação da morte e da vivência do luto: a negação, a raiva, a barganha, a depressão e finalmente, a aceitação ou a conciliação. Segundo Kluber-Ross, autora de vários livros sobre o tema, esses estágios não são necessariamente subsequentes um do outro e podem ser vividos ao mesmo tempo.
Jung, psicólogo de base analítica já dizia: não há despertar da consciência sem dor. As pessoas farão de tudo, chegando ao limite do absurdo para evitar enfrentar a sua própria alma.  Mas, ninguém se torna iluminado por imaginar figuras de luz, mas sim ao se conscientizar da escuridão. Aqui no caso, ao se conscientizar do luto, da perda e da necessidade de reestruturar a vida a partir de um novo contexto, que é a aceitação da ausência de um ente querido. Não há como passar pelo processo de luto sem se conscientizar da dor da perda.

2) UM DOS SENTIMENTOS MAIS RECORRENTES É A CULPA, COMO LIDAR COM ELA?

Psicóloga: A culpa segundo a filosofia dos nossos tempos é uma herança cultural herdada dos gregos e incorporada á cultura cristã ocidental (por conveniência teológica). Uma boa forma de se lidar com ela é conhecer sua origem. Se pensada e aceita como algo próprio da condição humana, e entendida como algo constituinte de nossas experiências as quais não escapa humano algum, ela por si já estará minimizada. No entanto, pode haver um segundo sofrimento: a dor da culpa autoinfringida. Ela nasce da interpretação que fazemos do nosso sofrimento primário ao trata-lo como algo injusto e imerecido – (autocompaixão, por exemplo). Ao proceder assim, atribuímos a nós mesmos a RESPONSABILIDADE por culpas e dores inevitáveis, como se fôssemos os CAUSADORES das infelicidades “naturais” que sobre nós se abatem. Desta forma, o que torna o sofrimento da culpa e da dor insuportável, doentio e “apequenador”, não é a culpa e as perdas que contem, mas a interpretação que fazemos dessa culpa e dessas perdas. Do sofrimento da culpa e da dor, enquanto parcela da vida, não nos podemos “curar”, mas podemos libertar-nos de crenças doentias sobre o sofrimento, do sofrimento como má consciência, como sublimação, como desvalorização da experiência humana ou da vida. A culpa, neste instante e para a humanidade ainda é parte integrante de cada ser. A questão é como se conviver com ela. Temos a chance e os recursos para entendê-la (de forma genérica pela filosofia e de forma particular pela psicologia).

3) APÓS A DOR DA PERDA, COMO VOLTAR A ROTINA E COMO SE REESTABELECER?

Psicóloga: Através da superação e aceitação do fato ocorrido, não há outro caminho. Mas, superar não é esquecer. Significa aceitar e continuar a viver. A superação só se dá a partir de um longo processo e ela não significa esquecer, fingir que não aconteceu ou ainda não sentir dor quando lembrar.  Segundo Maria Helena Franco coordenadora do Laboratório de Estudos e Intervenções sobre o Luto, da PUC-SP, a literatura específica diz que o trabalho de luto, o tempo que a maioria das pessoas levam para lidar com a ausência do ente falecido, gira em torno de um a dois anos. Minha experiência demonstra que uma boa maneira de reestabelecer a rotina é trabalhando. Porque o trabalho impede a pessoa render-se a paralisia, ao desanimo e principalmente, a não justificar o fracasso pela ausência do ente querido. Mas, cuidado para não se enganar! Há pessoas que se entregam de uma forma tão profunda a rotina estafante de trabalho, que na verdade ela acaba por adiar e não viver o tempo do luto, tão necessário para superá-lo. Já tive um cliente “wokaholic” que julgava ter superado a perda do filho, quando na verdade ele sequer conseguia refletir sobre a perda. O trabalho deve entrar nesse contexto como uma tarefa que auxilia a pessoa a continuar a rotina de a sua vida, não como simples evitação da tomada da consciência da dor. Cada um demonstra a dor a seu modo. Retomar a sua vida não significa, necessariamente, que a pessoa já tenha superado, ma sim que ela continua a viver. O trabalho, bem dosado é uma forma de continuar a viver.

4)PARA AS CRIANÇAS: COMO LIDAR COM A ESCOLA E COM A DOR DA PERCA EM UMA FASE TÃO PREMATURA?

Psicóloga: O luto para crianças, embora não possam compreender o significado da morte antes dos três ou quatro anos, eles podem sentir a perda de parentes próximos da mesma forma que os adultos, podem chorar e sentir uma grande angústia. Porém, em crianças, diferentemente dos adultos, as fases do luto podem transcorrer mais rapidamente. Em idade escolar as crianças podem experimentar o sentimento da culpa mais intensamente, podem se sentir responsáveis pela morte de um parente próximo e, dessa forma, necessitar de uma atenção mais especial.
Os jovens podem não falar ou se queixar de sua dor, com medo de adicionar sofrimentos adicionais aos adultos à sua volta. Assim, um apelo especial se faz sobre o sofrimento das crianças e adolescentes e de suas necessidades diante do luto. Em geral a recomendação psicológica é para que escolares e adolescentes devam ser naturalmente incluídos na cerimônia funeral.

5)QUANDO O LUTO PASSA A SE TORNAR UM PROBLEMA?

Psicóloga: Geralmente, as pessoas que me procuram devido ao luto, estão presas a um estado prolongado de sofrimento. Ou seja, sofrendo por no mínimo um a dois anos, ou ainda, preso numa das 04 fases no processo da aceitação da morte, que são: a negação, a raiva, a barganha e a depressão. Porque apesar dessas fases serem importantes no processo de luto, elas ainda demonstram uma ligação com um passado difícil de superar.  Em outras palavras, torna-se um problema, quando a pessoa não entra na fase final do luto, chamada de aceitação ou conciliação que é, resumidamente, desapegar-se da pessoa que morreu e iniciar um novo tempo de vida. É importante ressaltar que na fase de reconciliação o sentimento de perda não desaparece completamente, mas ele é atenuado e as crises de pesar, antes intensas, tornam-se menos frequentes e mais suaves. À medida que o enlutado começa a integrar-se a vida novamente, emerge a esperança de continuar a viver. É possível perceber que, embora a pessoa que morreu jamais virá a ser esquecida, a vida pode e deve continuar a ser vivida.

6) Como a sociedade se comporta em relação ao luto?

Psicóloga: Numa cultura hedonista, da busca do prazer pelo prazer, as pessoas enlutadas são encorajadas pela sociedade e pela impaciência da nossa cultura, a deixar para trás a experiência do luto. Como resultado, temos duas situações: ou o enlutado vive seu processo em silêncio e solitariamente, devido a pressão social ou força-se a abandona-lo, antes de ter completado o ciclo do luto. Aqueles que permanecem expressando tristeza por um determinado tempo, ou mesmo demonstram seu sofrimento através do choro são considerados fracos e inconvenientes.  Amigos e familiares, bem-intencionados, porém desinformados e inconformados com esse estado de espírito, tentam fazer com que o enlutado desenvolva autocontrole, através da sublimação da dor. Supõem que essa seja socialmente a atitude mais adequada. A pressão social acaba, infelizmente, por alimentar a repressão emocional do enlutado. Para enfrentar essa pressão o enlutado passa a apresentar comportamentos socialmente aceitáveis que contrariam sua necessidade psicológica. Mascarar ou fugir do luto causa ansiedade, confusão e depressão. Se a pessoa enlutada receber pouco ou nenhum reconhecimento social para sua dor, poderá temer julgamentos sociais, ou ainda, julgar que seus pensamentos e sentimentos sejam anormais, o que nem sempre ocorre. Já atendi pacientes com largos sorrisos no rosto, mas profundamente deprimidos. Nesse momento pode-se acentuar a depressão, e o perigo está na permanência prolongada desse estado. A depressão é uma vilã da vida que tira o enlutado das atividades rotineiras como trabalho, convívio social, saúde, lazer e prazer em viver. Por isso, não nos deixemos levar para cultura hedonista pura e simplesmente. A dor é para ser vivida, entendida e o mais importante, superada, jamais ignorada ou negligenciada.

7) QUANDO PROCURAR UM PSICÓLOGO?

Psicóloga: O luto vira o mundo da pessoa de cabeça para baixo e é uma das experiências mais dolorosas. Apesar disto, é uma parte da vida que todas as pessoas estão fadadas e geralmente não requer atenção profissional.  A depressão pode fazer parte do processo. O perigo desse estágio é o tempo de permanência contínua e o agravamento do quadro depressivo. Em pessoas com depressão prolongada ou com antecedentes de transtorno afetivo ou do humor, recomenda-se ajuda terapêutica. O psicólogo é um profissional capacitado que não irá ignorar a sua dor, apressar sua recuperação a qualquer custo, nem julgá-lo. Tive um paciente com ótima recuperação quando se permitiu em sessão terapêutica, pela 1ª vez, expressar toda a sua raiva e sua angústia, caindo num choro compulsivo. Ali se iniciou um belo processo terapêutico de conciliação dele com a sua história. Essa é a função do psicólogo: estar ao seu lado para auxiliá-lo a passar adequadamente por todas as fases do luto, mas sempre respeitando o ritmo de cada SER. Um bom profissional ajudará o enlutado a ter senso de confiança e energia renovado, ajudará a desenvolver habilidade para reconhecer totalmente a realidade da morte e a capacidade de se tornar envolvido novamente. O enlutado poderá reconhecer que, embora difícil, a dor e o pesar são partes necessárias do viver. No entanto, a dor sentida vai deixar de ser onipresente e aguda, para se transformar em um sentimento de perda que pode ser reconhecido e com significados e propósitos renovados, pois quando o enlutado começa a mergulhar no trabalho do luto, ele irá se reconciliar com ele. Por fim, o psicólogo ajudará aquele que sofre a ter compreensão intelectual, mas, sobretudo elaborar aspectos emocionais e por que não dizer, também espirituais. Ou seja: além de entender na mente, o psicólogo ajudará a entender no coração uma verdade inequívoca: que o ente querido morreu.

8- Como os amigos e os parentes devem se comportar com uma pessoa enlutada?

Psicóloga: Em todos os casos que atendi, é unanimidade que ajudar um enlutado não é dizer frase do tipo: “bola pra frente”, “a vida continua”, “logo, logo você esquece e parte pra outra”. Geralmente essas são palavras banais causam muita irritabilidade para a pessoa que está sofrendo. Porque se interpreta que o outro é incapaz de entender o tamanho da sua dor. Mas, familiares e amigos podem ajudar não tanto pelas palavras de conforto, muitas vezes mal colocadas, mas sim com a presença solidária durante o tempo de sua dor e de sua angústia. Bem como podem oferecer-se para ajudar na manutenção da rotina doméstica. Um ombro amigo, compreensivo e mesmo silencioso expressará grande apoio quando as palavras não são suficientes. É importante dar para as pessoas tempo suficiente para se lamentarem, não apressem o ritmo do enlutado, não ignore sua dor, apenas seja um ombro amigo e presente.
A dor é suportável quando conseguimos
acreditar que ela terá um fim e não quando fingimos
que ela não existe.´
Allá Bozarth-Campbell

APRENDA A DIZER NÃO...


Aprenda a dizer NÃO


Não diga SIM quando quer dizer NÃO
É muito importante que você consiga ser coerente com seus valores. Não é não. Sim é sim. Não seja cruel consigo mesmo e nem engane as pessoas dizendo “sim” quando seu sentimento está para “não”, no fundo você está se enganando. Você acaba se confundindo e nem você sabe o que quer. Muita gente tem essa dificuldade, concordam quando queriam discordar. Em psicologia a gente diz que estas pessoas têm dificuldade de auto-afirmação.
Em que situações as pessoas demonstram essa dificuldade de auto-afirmação?
- Comprar coisas que não quer porque não consegue falar NÃO para o vendedor.
- Não conseguir provar uma roupa e sair da loja sem comprar.
- Não devolver produtos adquiridos com defeitos.
- No cinema não é capaz de pedir para as pessoas respeitarem seu espaço, e engole aquele chato que fica batendo na sua cadeira ou falando alto.
- Amigos pedem coisas inadmissíveis, e para não perder o amigo, para não se indispor,  você acaba fazendo coisas ridículas como, por exemplo, ir à casa da ex deste amigo  pedir um disco de volta, coisa que você sabe que não devia fazer, que não quer fazer mas não consegue falar NÃO.
- Não recusar convites do chefe, de festinhas chatas, que você só vai para marcar presença, mas ele nem percebe que você esteve lá, e você não conseguiu dizer NÃO.
- Deixar que furem a fila na sua frente.
Ou seja, você “engole sapos” porque não consegue se colocar.
Porque tem gente que não fala NÃO nem quando está sendo prejudicado?
Porque têm dificuldade em assumir o que pensa. O medo de ser mal compreendido é maior do que se defender. O medo de ser rejeitado pesa muito mais do que deveria. Medo de ser criticado, de não agradar. Tem gente que assume compromissos com quem não tem a menor afinidade só por medo de ficar sozinho, ou de magoar os outros.
No fundo o medo maior é da pessoa ser vista pelo outro como sem graça, como desinteressante. É a necessidade de agradar.
Essas pessoas não estão percebendo o mal que estão fazendo para si mesmas, ou até percebem, mas simplesmente continuam assim porque não sabem como mudar.
É por isso que eu gosto da linha da terapia comportamental. Porque é uma terapia prática. O psicólogo te “treina” literalmente para você ter novos comportamentos. Você precisa de treino para se colocar no mundo de uma forma mais objetiva e mais saudável.
Enquanto a pessoa não mudar ela vai achar que ela tem que dizer sempre SIM, pois ela pensa que isso garante que nunca será criticada por ninguém, pensa que terá aprovação sempre. Mas a gente sabe que isso é mentira. No fundo, o mundo não recebe bem aquele que diz “amém” para tudo.
Quem gosta de pessoas que não sabem dizer NÃO?
Só os aproveitadores gostam. Mas quem quer um aproveitador na sua vida? Quem tem essa dificuldade de auto-afirmação, não consegue perceber que ela pode dizer NÃO e ainda assim ser admirada pelo outro. Ela acha que é tudo ou nada. Se ela se negar a fazer um favor para o outro esse outro vai riscá-la do mapa. É por isso que essa pessoa precisa de um novo aprendizado. Precisa de orientação e mudar essa atitude.
Tem a ver com auto-estima?
Totalmente. Quando você concorda com o outro “só da boca pra fora” você se corrói por dentro. Ela abre mão de suas vontades e ainda por cima joga a responsabilidade no outro. Acha que os outros são extremamente exigentes, críticos, e injustos, mas muitas vezes é ela que é exigente com ela mesma, e não se permite um pouco de flexibilidade. No fundo esse comportamento de dizer SIM quando quer dizer NÃO é auto-proteção. A pessoa crê que está se defendendo de um mundo exigente. Mas vai ter uma hora em que ela vai perceber que ninguém consegue agradar a todo mundo o tempo todo, ninguém consegue. É nessa hora que a pessoa precisa de apoio, porque quando ela descobre que é impossível agradar a todo mundo o tempo todo ela cai em depressão, se desespera, tem crises de ansiedade, pode até desenvolver uma síndrome do pânico.
Esse é um excelente momento para buscar orientação. Você pode aproveitar essa chance, que é quando você se dá conta que não tem o poder de controlar a opinião do outro, não tem como controlar a reação do outro. Esse momento é importante, porque ou você se desespera com isso porque agora você vê que não dá para agradar a todo mundo ou você aprende que ouvir críticas pode não ser tão destruidor assim.
Perceba que os outros também não vão ser agradáveis o tempo todo, e tudo bem, não precisa.
Você tem o direito de ser afirmativo,  olhar nos olhos da outra pessoa e dizer “Não gostei do que você fez, por favor, não faça mais”. Veja que isso não é o fim do mundo. Ao contrário, isso resolve muita amargura guardada em um cantinho de sua mente.
Falar ou ouvir a palavra “não” é saudável e natural. Quando perceber isso você passa a ter mais disposição para cuidar de você mesmo.
Essa compreensão faz parte do processo de abandonar a meta impossível: de “ser perfeito”. Diga “sim” só quando você quer dizer “sim”. Porque é impossível agradar a todo mundo o tempo todo e você não precisa sentir culpa por isso. Medo de errar gera mais medo, e quanto mais medo... menos coisas você faz para sua própria realização.
Você tem que ter coragem para tentar acertar, isso te motiva para agir e atingir suas metas. Mas percebam que eu o termo “Tentar”. Se você perceber que você não é obrigado a acertar, você fica mais livre para continuar tentando, e com mais tentativas mais chance de acertos.
Pelé, nosso “rei” deu um belo exemplo, disse que só conseguiu fazer mais de 1280 gols porque  se permitiu errar milhares de vezes.
Não tenha vergonha dos seus sintomas, eu tenho 20 anos de experiência e sei que aquele problema que você acha que só você tem, na verdade acaba sendo muito mais comum do que você imagina. O importante é que você se trate e se sinta bem, realizado, tranqüilo e feliz! Conte com um psicólogo para aprender a falar 'não" na hora e do jeito certo.
É muito importante que você consiga ser coerente com seus valores. Não é não. Sim é sim. Não seja cruel consigo mesmo e nem engane as pessoas dizendo “sim” quando seu sentimento está para “não”, no fundo você está se enganando. Você acaba se confundindo e nem você sabe o que quer. Muita gente tem essa dificuldade, concordam quando queriam discordar. Em psicologia a gente diz que estas pessoas têm dificuldade de auto-afirmação.

Em que situações as pessoas demonstram dificuldade de auto-afirmação?

- Comprar coisas que não quer porque não consegue falar NÃO para o vendedor.
- Não conseguir provar uma roupa e sair da loja sem comprar.
- Não devolver produtos adquiridos com defeitos.
- No cinema não é capaz de pedir para as pessoas respeitarem seu espaço, e engole aquele chato que fica batendo na sua cadeira ou falando alto.
- Amigos pedem coisas inadmissíveis, e para não perder o amigo, para não se indispor,  você acaba fazendo coisas ridículas como, por exemplo, ir à casa da ex deste amigo  pedir um disco de volta, coisa que você sabe que não devia fazer, que não quer fazer mas não consegue falar NÃO.
- Não recusar convites do chefe, de festinhas chatas, que você só vai para marcar presença, mas ele nem percebe que você esteve lá, e você não conseguiu dizer NÃO.
- Deixar que furem a fila na sua frente.
Ou seja, você “engole sapos” porque não consegue se colocar.

Porque tem gente que não fala NÃO nem quando está sendo prejudicado?

Porque têm dificuldade em assumir o que pensa. O medo de ser mal compreendido é maior do que se defender. O medo de ser rejeitado pesa muito mais do que deveria. Medo de ser criticado, de não agradar. Tem gente que assume compromissos com quem não tem a menor afinidade só por medo de ficar sozinho, ou de magoar os outros.
No fundo o medo maior é da pessoa ser vista pelo outro como sem graça, como desinteressante. É a necessidade de agradar.
Essas pessoas não estão percebendo o mal que estão fazendo para si mesmas, ou até percebem, mas simplesmente continuam assim porque não sabem como mudar.
É por isso que eu gosto da linha da terapia comportamental. Porque é uma terapia prática. O psicólogo te “treina” literalmente para você ter novos comportamentos. Você precisa de treino para se colocar no mundo de uma forma mais objetiva e mais saudável.
Enquanto a pessoa não mudar ela vai achar que ela tem que dizer sempre SIM, pois ela pensa que isso garante que nunca será criticada por ninguém, pensa que terá aprovação sempre. Mas a gente sabe que isso é mentira. No fundo, o mundo não recebe bem aquele que diz “amém” para tudo.

Quem gosta de pessoas que não sabem dizer NÃO?

Só os aproveitadores gostam. Mas quem quer um aproveitador na sua vida? Quem tem essa dificuldade de auto-afirmação, não consegue perceber que ela pode dizer NÃO e ainda assim ser admirada pelo outro. Ela acha que é tudo ou nada. Se ela se negar a fazer um favor para o outro esse outro vai riscá-la do mapa. É por isso que essa pessoa precisa de um novo aprendizado. Precisa de orientação e mudar essa atitude.

Dificuldade em dizer a palavra NÃO tem a ver com auto-estima?

Totalmente. Quando você concorda com o outro “só da boca pra fora” você se corrói por dentro. Ela abre mão de suas vontades e ainda por cima joga a responsabilidade no outro. Acha que os outros são extremamente exigentes, críticos, e injustos, mas muitas vezes é ela que é exigente com ela mesma, e não se permite um pouco de flexibilidade. No fundo esse comportamento de dizer SIM quando quer dizer NÃO é auto-proteção. A pessoa crê que está se defendendo de um mundo exigente. Mas vai ter uma hora em que ela vai perceber que ninguém consegue agradar a todo mundo o tempo todo, ninguém consegue. É nessa hora que a pessoa precisa de apoio, porque quando ela descobre que é impossível agradar a todo mundo o tempo todo ela cai em depressão, se desespera, tem crises de ansiedade, pode até desenvolver uma síndrome do pânico.
Esse é um excelente momento para buscar orientação. Você pode aproveitar essa chance, que é quando você se dá conta que não tem o poder de controlar a opinião do outro, não tem como controlar a reação do outro. Esse momento é importante, porque ou você se desespera com isso porque agora você vê que não dá para agradar a todo mundo ou você aprende que ouvir críticas pode não ser tão destruidor assim.
Perceba que os outros também não vão ser agradáveis o tempo todo, e tudo bem, não precisa.
Você tem o direito de ser afirmativo,  olhar nos olhos da outra pessoa e dizer “Não gostei do que você fez, por favor, não faça mais”. Veja que isso não é o fim do mundo. Ao contrário, isso resolve muita amargura guardada em um cantinho de sua mente.
Falar ou ouvir a palavra “não” é saudável e natural. Quando perceber isso você passa a ter mais disposição para cuidar de você mesmo.
Essa compreensão faz parte do processo de abandonar a meta impossível: de “ser perfeito”. Diga “sim” só quando você quer dizer “sim”. Porque é impossível agradar a todo mundo o tempo todo e você não precisa sentir culpa por isso. Medo de errar gera mais medo, e quanto mais medo... menos coisas você faz para sua própria realização.
Você tem que ter coragem para tentar acertar, isso te motiva para agir e atingir suas metas. Mas percebam que eu o termo “Tentar”. Se você perceber que você não é obrigado a acertar, você fica mais livre para continuar tentando, e com mais tentativas mais chance de acertos.
Pelé, nosso “rei” deu um belo exemplo, disse que só conseguiu fazer mais de 1280 gols porque  se permitiu errar milhares de vezes.
Não tenha vergonha dos seus sintomas, eu tenho 20 anos de experiência e sei que aquele problema que você acha que só você tem, na verdade acaba sendo muito mais comum do que você imagina. O importante é que você se trate e se sinta bem, realizado, tranqüilo e feliz! Conte com um psicólogo para aprender a falar 'não" na hora e do jeito certo.

Pq....Assertividade?....


Assertividade


Assertividade
Como psicóloga sou uma observadora assídua do comportamento humano, onde eu estiver observo como e porque as pessoas têm certas atitudes. Uma das coisas que mais me fascina é observar as pessoas que estão sempre de bem com a vida, que resolvem seus problemas com tranqüilidade com aquele “jogo de cintura” maravilhoso. E percebi que se tem uma coisa que, com certeza, faz muita diferença é a assertividade , pois é uma das principais competências emocionais.
O que não é assertividade
Vamos começar entendo o que são comportamentos não assertivos.
O chefe que vai engolindo tudo o que não gosta até que   consegue abrir a boca e acaba gritando com seus funcionários. O assistente que não consegue dizer a palavra mágica "não", e faz até o serviço que não é dele. A pessoa que sente o estômago embrulhar quando precisa pedir algum favor a alguém.
E você, consegue ser assertivo? Você é daqueles que até tenta reagir, mas aquela resposta legal só vem à cabeça depois, quando não precisa mais – sofre da síndrome do “ahhh éeee é!!!” Então está faltando um pequeno ajuste no seu comportamento. Falta assertividade!
Você já viu uma pessoa que entra numa situação difícil mas   não conseguiu tomar uma posição clara e, depois, se sentiu decepcionado consigo mesmo? Ok, ele não foi assertivo.
Eis outro exemplo do que não é assertividade. Imagine a seguinte cena: você chegou cansado em casa, toca o telefone. É um amigo te convidando para ir num bar. Sua vontade é dizer não, você está morto, trabalhou o dia todo mas não quer magoar o amigo, então concorda, e sai sem vontade. Você acaba de dizer “sim” ao amigo mas disse “não” para você mesmo. Acabou de perder a chance de ser assertivo. Assertividade é afirmar o seu eu, é afirmar sua auto-estima.
Já ouvi muita gente se auto declarando assertiva, mas na realidade era mesmo muito agressiva. Os que   confundem assertividade com agressividade são aquelas pessoas que dizem assim: “Eu sou muito franco, sou sincero, digo mesmo tudo o que penso na cara!!!”. Essas pessoas nem estão percebendo o quanto são agressivas, pensam que estão corretas.
Outras pessoas   nem assumem suas posições, não são autênticas, acham que estão mantendo um bom clima, mas na realidade estão sendo engolidas pelos outros, por puro medo de se afirmar. De tanto medo de serem agressivas, acabam virando paçoca na mão do outro. Ou seja, são passivas e não assertivas.
O que é assertividade
Nossa conversa deve começar pelo entendimento da palavra assertividade. Segundo o dicionário, assertivo é “aquele que declara algo, positivo ou negativo, afirmação que é feita com muita segurança, em cujo teor acredita profundamente”. Assertividade vem de "asserto" que significa afirmação categórica.
Mas, veja bem, afirmar não é acertar! A pessoa assertiva não é aquela que acerta o tempo todo, é aquela que sabe se firmar.
É saber dizer “sim” quando quer dizer “sim” e, principalmente dizer “não”, quando quer dizer “não”.
Já percebeu quanto a assertividade está fazendo falta hoje?
Na verdade existem 4 tipos de comportamentos: o passivo, o agressivo, o passivo/agressivo e o assertivo.
Passivo
Passivo é aquele que engole desaforo. Ele não quer desagradar o outro então foge de conflitos. Se alguém entrar à frente dele na fila, fica torcendo para que a pessoa saia por si só, sem precisar pedir. Deixa que se aproveitem dele. Tem um colega no trabalho que tem o mesmo nível hierárquico, mas o tal colega teima em dar ordens e o cara que é passivo obedece. Ele costuma usar as frases: “Não quero incomodar. Não vou tomar seu tempo“. Tem a postura encolhida. Culpa a si próprio por tudo, precisa de aprovação, cede facilmente. Até é simpático mas, cá pra nós, é uma simpatia que causa muita angustia interna.
Agressivo
O segundo tipo de comportamento é o agressivo. Esse todo mundo conhece. Ele não pensa duas vezes pra levantar o dedo na cara do outro, pois tem necessidade de dominar. Ele menospreza e deprecia o outro. Furou a fila na frente dele, ele dá um grito que parece que mataram alguém. Se o colega pede pra ele fazer alguma coisa, ele já manda o colega para aquele lugar. É autoritário, intolerante, dono da verdade.
Passivo / Agressivo
Agora, o tipo mais curioso. Esse é aquele que consegue ser agressivo na “maciota”. Ele usa a ironia. Ele te agride contado uma piadinha. Ele te irrita, mas diz “só estou brincando”. Esse é aquele que vira para você e fala assim: “Nossa, tô vendo que suas férias foram mesmo muito boas, só que a geladeira não tirou férias”. Esse é o jeitinho “simpático” e passivo/agressivo de te chamar de gordo na sua cara. É o tipo de pessoa que não olha muito pra você, vira os olhos, é lacônico, dá indiretas, é sarcástico. E nem percebe que é manipulador. Faz chantagem emocional, distorce as palavras do outro.
Assertivo
Por fim, o comportamento mais adequado é o assertivo. Esse é aquele que quando lhe furam a fila   consegue se posicionar e falar com a pessoa com toda tranqüilidade e elegância. É aquele que sabe negociar. É transparente pra falar e sabe ouvir. Sabe ouvir criticas sem partir para o ataque pessoal. Tem a postura segura e comedida. Trata as pessoas com respeito. Aceita acordos. Vai direto ao ponto sem ser áspero.
Não digo que as pessoas tenham só um tipo de comportamento. Muitas vezes você foi agressivo com o colega de trabalho, mas acabou sendo passivo em casa. Mas essa flexibilidade só indica que é possível mudar um comportamento que não está valendo a pena. Ou seja, podemos desenvolver assertividade.
Não desenvolver assertividade acaba provocando o pior: você não consegue se sair bem em situações importantes, isso joga sua auto-estima lá para baixo. A baixa auto-estima gera outro comportamento inadequado, que gera reação negativa nas outras pessoas, que gera uma auto depreciação e novamente o comportamento inadequado. Ou seja, não acaba nunca! O comportamento não assertivo é uma bola de neve que se retroalimenta.
Porque é desejável ser assertivo?
Quanto mais assertivo você for, melhor vai lidar com os confrontos, terá menos estresse, mais confiança em você mesmo, saberá agir com mais tato, melhorará sua credibilidade, saberá lidar com as tentativas de manipulação, chantagem emocional, bajulação etc. Enfim, vai se sentir melhor e contribuir para que os outros também se sintam melhor.
Como aprender assertividade?
Uma dica importante é mudar o DIÁLOGO INTERIOR, de negativo para positivo. Aprender a monitorar sua conversa interna.
A outra dica é desenvolver a AUTOESTIMA. Descobrir que você merece respeito, descobrir seu valor como ser humano.
Estas novas atitudes podem ser desenvolvidas por meio de técnicas que vêm sendo elaboradas por psicólogos pesquisadores e a gente aplica em consultório, na terapia.
Na clínica, o psicólogo trabalho muito com isso. Recebemos muitas queixas de pessoas que vem para a terapia porque estão se sentindo pra baixo, não conseguem se colocar para o marido, ele sai com os amigos toda santa semana e ela lá em casa se sentindo uma boba.
Um tipo de caso que recebo muito é a pessoa que ficou responsável em cuidar dos pais idosos, mesmo tendo vários outros irmãos toda família achou muito confortável jogar tudo nas costas de um coitado só. Permitir que isso aconteça é falta de assertividade.
Você percebe a falta de assertividade em frases como “Não posso reagir mal quando alguém faz uma brincadeira comigo, porque vou perder o amigo”.
Outros consideram que não tem o direito de tomar o tempo valioso do outro. O tempo do outro sempre mais valioso que o seu, então fala até mais rápido para que o outro não perca tempo. Cede sua vez, mesmo quando tem direito. Tudo isso é falta de assertividade.
Como também a pessoa que acha que não deve incomodar os outros pedindo alguma coisa. A pessoa que acha que não se deve nunca entrar em conflito com os outros, mesmo quando têm razão. Tudo isso é falta de assertividade, porque muitas vezes, se você não se coloca, o outro ocupa um espaço maior do que lhe é devido, ou seja, as pessoas montam mesmo.
Você é assertivo?
Pense em você, em quantas vezes não engoliu sapos porque não disse o que deveria ter dito. Quantas vezes você fez coisas que te prejudicaram porque não conseguiu dizer “não”.
O mais importante é pensar agora sobre esse assunto e finalmente aprender a ser assertivo para ter mais da famosa inteligência emocional, mas principalmente para conseguir ter relacionamentos mais autênticos, tanto na vida pessoal como na profissional. E a única forma de ser feliz é você conseguindo ser você mesmo.
Um ponto extremamente importante,dentro do processo de aprender a ser mais assertivo é a empatia, ou seja, aceitar o outro. Você só vai conseguir ser assertivo se aceitar a assertividade do outro. Se você ficar melindrado e achar que o outro é grosso toda vez que ele for assertivo você vai limitar seu crescimento. Você só vai expressar a sua própria incompetência. Pense bem nisso!
Comunicação assertiva
A comunicação assertiva é transparente, honesta, objetiva e de mão dupla. Ou seja, o assertivo também aceita quando o outro é assertivo com ele, quando dizem as coisas de forma clara e objetiva.
Não gostaram do seu trabalho, não se sinta melindrado se falam sobre isso contigo, aceite. Mesmo porque não é saudável ter a pretensão de ser perfeito, você sabe que a vida é um eterno aprendizado, então agradeça a critica e corra para não errar mais. Ou, se a critica não proceder, saiba como não ouvir. Isso mesmo! Porque a gente precisa ouvir todo mundo? Os outros também erram.
Um exemplo do que é ser assertivo: Você chega ao seu prédio e encontra um carro estacionado na frente de sua vaga. O que você faz? Fica lá esperando até alguém aparecer? Se fizer isso você foi passivo. Ou você tira o zelador da cama e arma o maior barraco? Se fizer isso você foi agressivo. Então como é ser assertivo? E chamar o proprietário do carro e dizer: “Imagino que você deva ter alguma razão para colocar seu carro justamente na frente do meu. Mas não considero justo você impedir minha saída. Por gentileza, gostaria que você manobrasse seu carro para que eu possa sair”.
Assertividade é um direito
É claro que assertividade é um direito, não uma obrigação. É um direito que te dá uma série de vantagens. Mas você tem também o direito de não ser assertivo. Vamos dizer que você sabe que o vizinho deixou o carro dele na frente do seu porque ele foi demitido e chegou em casa arrasado e nem sabia mais o que estava fazendo. Por mais que ele esteja errado, talvez seja mais interessante você não criar mais problemas na vida dessa pessoa e aí você pode decidir, conscientemente, deixar essa pra lá. Assim, tudo bem, porque foi uma opção sua. Você pensou e decidiu não entrar na briga, fez com consciência. Está ótimo. Prejudicial   é quando você não é assertivo por medo. Assertividade está diretamente relacionada ao medo. Medo de não ser aceito, medo do outro. Medo de ser atacado. Medo de se expor. Medo de passar ridículo.
Passos para aprender assertividade
Saber o que quer e aonde quer chegar.
Se você não sabe aonde quer chegar, vai acabar chegando onde não quer. Seja claro com você mesmo, seja firme, direto e seguro. Mas como saber o que quer? Uma boa dica é se conhecendo, conhecer seus sentimentos, pensamentos, seus desejos, identificando quais são os seus valores.
Partir de um pensamento positivo.
Se você tiver expectativas altas, os resultados também vão ser altos. Mas com expectativas pequenininhas você vai conseguir isso mesmo e vai se frustrar por receber tão pouco da vida.
Ser proativo.
Ser proativo é observar com antecedência quais os possíveis problemas que possam aparecer. Você pode planejar e não permitir que esses problemas apareçam.
Resumindo: uma pessoa que sabe o que quer, acredita na sua capacidade e age proativamente, assume a responsabilidade por sua própria vida e está pronta pra se tornar uma pessoa assertiva.
Quer uma mãozinha em seu processo de auto aprimoramento? Conte com um psicólogo
Como psicóloga sou uma observadora assídua do comportamento humano, onde eu estiver observo como e porque as pessoas têm certas atitudes. Uma das coisas que mais me fascina é observar as pessoas que estão sempre de bem com a vida, que resolvem seus problemas com tranqüilidade com aquele “jogo de cintura” maravilhoso. E percebi que se tem uma coisa que, com certeza, faz muita diferença é a assertividade , pois é uma das principais competências emocionais.

O que não é assertividade

Vamos começar entendo o que são comportamentos não assertivos.
O chefe que vai engolindo tudo o que não gosta até que   consegue abrir a boca e acaba gritando com seus funcionários. O assistente que não consegue dizer a palavra mágica "não", e faz até o serviço que não é dele. A pessoa que sente o estômago embrulhar quando precisa pedir algum favor a alguém.
E você, consegue ser assertivo? Você é daqueles que até tenta reagir, mas aquela resposta legal só vem à cabeça depois, quando não precisa mais – sofre da síndrome do “ahhh éeee é!!!” Então está faltando um pequeno ajuste no seu comportamento. Falta assertividade!
Você já viu uma pessoa que entra numa situação difícil mas   não conseguiu tomar uma posição clara e, depois, se sentiu decepcionado consigo mesmo? Ok, ele não foi assertivo.
Eis outro exemplo do que não é assertividade. Imagine a seguinte cena: você chegou cansado em casa, toca o telefone. É um amigo te convidando para ir num bar. Sua vontade é dizer não, você está morto, trabalhou o dia todo mas não quer magoar o amigo, então concorda, e sai sem vontade. Você acaba de dizer “sim” ao amigo mas disse “não” para você mesmo. Acabou de perder a chance de ser assertivo. Assertividade é afirmar o seu eu, é afirmar sua auto-estima.
Já ouvi muita gente se auto declarando assertiva, mas na realidade era mesmo muito agressiva. Os que   confundem assertividade com agressividade são aquelas pessoas que dizem assim: “Eu sou muito franco, sou sincero, digo mesmo tudo o que penso na cara!!!”. Essas pessoas nem estão percebendo o quanto são agressivas, pensam que estão corretas.
Outras pessoas   nem assumem suas posições, não são autênticas, acham que estão mantendo um bom clima, mas na realidade estão sendo engolidas pelos outros, por puro medo de se afirmar. De tanto medo de serem agressivas, acabam virando paçoca na mão do outro. Ou seja, são passivas e não assertivas.

O que é assertividade

Nossa conversa deve começar pelo entendimento da palavra assertividade. Segundo o dicionário, assertivo é “aquele que declara algo, positivo ou negativo, afirmação que é feita com muita segurança, em cujo teor acredita profundamente”. Assertividade vem de "asserto" que significa afirmação categórica.
Mas, veja bem, afirmar não é acertar! A pessoa assertiva não é aquela que acerta o tempo todo, é aquela que sabe se firmar.
É saber dizer “sim” quando quer dizer “sim” e, principalmente dizer “não”, quando quer dizer “não”.
Já percebeu quanto a assertividade está fazendo falta hoje?
Na verdade existem 4 tipos de comportamentos: o passivo, o agressivo, o passivo/agressivo e o assertivo.

Passivo

Passivo é aquele que engole desaforo. Ele não quer desagradar o outro então foge de conflitos. Se alguém entrar à frente dele na fila, fica torcendo para que a pessoa saia por si só, sem precisar pedir. Deixa que se aproveitem dele. Tem um colega no trabalho que tem o mesmo nível hierárquico, mas o tal colega teima em dar ordens e o cara que é passivo obedece. Ele costuma usar as frases: “Não quero incomodar. Não vou tomar seu tempo“. Tem a postura encolhida. Culpa a si próprio por tudo, precisa de aprovação, cede facilmente. Até é simpático mas, cá pra nós, é uma simpatia que causa muita angustia interna.

Agressivo

O segundo tipo de comportamento é o agressivo. Esse todo mundo conhece. Ele não pensa duas vezes pra levantar o dedo na cara do outro, pois tem necessidade de dominar. Ele menospreza e deprecia o outro. Furou a fila na frente dele, ele dá um grito que parece que mataram alguém. Se o colega pede pra ele fazer alguma coisa, ele já manda o colega para aquele lugar. É autoritário, intolerante, dono da verdade.

Passivo / Agressivo

Agora, o tipo mais curioso. Esse é aquele que consegue ser agressivo na “maciota”. Ele usa a ironia. Ele te agride contado uma piadinha. Ele te irrita, mas diz “só estou brincando”. Esse é aquele que vira para você e fala assim: “Nossa, tô vendo que suas férias foram mesmo muito boas, só que a geladeira não tirou férias”. Esse é o jeitinho “simpático” e passivo/agressivo de te chamar de gordo na sua cara. É o tipo de pessoa que não olha muito pra você, vira os olhos, é lacônico, dá indiretas, é sarcástico. E nem percebe que é manipulador. Faz chantagem emocional, distorce as palavras do outro.

Assertivo

Por fim, o comportamento mais adequado é o assertivo. Esse é aquele que quando lhe furam a fila   consegue se posicionar e falar com a pessoa com toda tranqüilidade e elegância. É aquele que sabe negociar. É transparente pra falar e sabe ouvir. Sabe ouvir criticas sem partir para o ataque pessoal. Tem a postura segura e comedida. Trata as pessoas com respeito. Aceita acordos. Vai direto ao ponto sem ser áspero.
Não digo que as pessoas tenham só um tipo de comportamento. Muitas vezes você foi agressivo com o colega de trabalho, mas acabou sendo passivo em casa. Mas essa flexibilidade só indica que é possível mudar um comportamento que não está valendo a pena. Ou seja, podemos desenvolver assertividade.
Não desenvolver assertividade acaba provocando o pior: você não consegue se sair bem em situações importantes, isso joga sua auto-estima lá para baixo. A baixa auto-estima gera outro comportamento inadequado, que gera reação negativa nas outras pessoas, que gera uma auto depreciação e novamente o comportamento inadequado. Ou seja, não acaba nunca! O comportamento não assertivo é uma bola de neve que se retroalimenta.

Porque é desejável ser assertivo?

Quanto mais assertivo você for, melhor vai lidar com os confrontos, terá menos estresse, mais confiança em você mesmo, saberá agir com mais tato, melhorará sua credibilidade, saberá lidar com as tentativas de manipulação, chantagem emocional, bajulação etc. Enfim, vai se sentir melhor e contribuir para que os outros também se sintam melhor.

Como aprender assertividade?

Uma dica importante é mudar o DIÁLOGO INTERIOR, de negativo para positivo. Aprender a monitorar sua conversa interna.
A outra dica é desenvolver a AUTOESTIMA. Descobrir que você merece respeito, descobrir seu valor como ser humano.
Estas novas atitudes podem ser desenvolvidas por meio de técnicas que vêm sendo elaboradas por psicólogos pesquisadores e a gente aplica em consultório, na terapia.
Na clínica, o psicólogo trabalho muito com isso. Recebemos muitas queixas de pessoas que vem para a terapia porque estão se sentindo pra baixo, não conseguem se colocar para o marido, ele sai com os amigos toda santa semana e ela lá em casa se sentindo uma boba.
Um tipo de caso que recebo muito é a pessoa que ficou responsável em cuidar dos pais idosos, mesmo tendo vários outros irmãos toda família achou muito confortável jogar tudo nas costas de um coitado só. Permitir que isso aconteça é falta de assertividade.
Você percebe a falta de assertividade em frases como “Não posso reagir mal quando alguém faz uma brincadeira comigo, porque vou perder o amigo”.
Outros consideram que não tem o direito de tomar o tempo valioso do outro. O tempo do outro sempre mais valioso que o seu, então fala até mais rápido para que o outro não perca tempo. Cede sua vez, mesmo quando tem direito. Tudo isso é falta de assertividade.
Como também a pessoa que acha que não deve incomodar os outros pedindo alguma coisa. A pessoa que acha que não se deve nunca entrar em conflito com os outros, mesmo quando têm razão. Tudo isso é falta de assertividade, porque muitas vezes, se você não se coloca, o outro ocupa um espaço maior do que lhe é devido, ou seja, as pessoas montam mesmo.

Você é assertivo?

Pense em você, em quantas vezes não engoliu sapos porque não disse o que deveria ter dito. Quantas vezes você fez coisas que te prejudicaram porque não conseguiu dizer “não”.
O mais importante é pensar agora sobre esse assunto e finalmente aprender a ser assertivo para ter mais da famosa inteligência emocional, mas principalmente para conseguir ter relacionamentos mais autênticos, tanto na vida pessoal como na profissional. E a única forma de ser feliz é você conseguindo ser você mesmo.
Um ponto extremamente importante,dentro do processo de aprender a ser mais assertivo é a empatia, ou seja, aceitar o outro. Você só vai conseguir ser assertivo se aceitar a assertividade do outro. Se você ficar melindrado e achar que o outro é grosso toda vez que ele for assertivo você vai limitar seu crescimento. Você só vai expressar a sua própria incompetência. Pense bem nisso!

Comunicação assertiva

A comunicação assertiva é transparente, honesta, objetiva e de mão dupla. Ou seja, o assertivo também aceita quando o outro é assertivo com ele, quando dizem as coisas de forma clara e objetiva.
Não gostaram do seu trabalho, não se sinta melindrado se falam sobre isso contigo, aceite. Mesmo porque não é saudável ter a pretensão de ser perfeito, você sabe que a vida é um eterno aprendizado, então agradeça a critica e corra para não errar mais. Ou, se a critica não proceder, saiba como não ouvir. Isso mesmo! Porque a gente precisa ouvir todo mundo? Os outros também erram.
Um exemplo do que é ser assertivo: Você chega ao seu prédio e encontra um carro estacionado na frente de sua vaga. O que você faz? Fica lá esperando até alguém aparecer? Se fizer isso você foi passivo. Ou você tira o zelador da cama e arma o maior barraco? Se fizer isso você foi agressivo. Então como é ser assertivo? E chamar o proprietário do carro e dizer: “Imagino que você deva ter alguma razão para colocar seu carro justamente na frente do meu. Mas não considero justo você impedir minha saída. Por gentileza, gostaria que você manobrasse seu carro para que eu possa sair”.
Assertividade é um direito
É claro que assertividade é um direito, não uma obrigação. É um direito que te dá uma série de vantagens. Mas você tem também o direito de não ser assertivo. Vamos dizer que você sabe que o vizinho deixou o carro dele na frente do seu porque ele foi demitido e chegou em casa arrasado e nem sabia mais o que estava fazendo. Por mais que ele esteja errado, talvez seja mais interessante você não criar mais problemas na vida dessa pessoa e aí você pode decidir, conscientemente, deixar essa pra lá. Assim, tudo bem, porque foi uma opção sua. Você pensou e decidiu não entrar na briga, fez com consciência. Está ótimo. Prejudicial   é quando você não é assertivo por medo. Assertividade está diretamente relacionada ao medo. Medo de não ser aceito, medo do outro. Medo de ser atacado. Medo de se expor. Medo de passar ridículo.

Passos para aprender assertividade

-Saber o que quer e aonde quer chegar.
-Se você não sabe aonde quer chegar, vai acabar chegando onde não quer. Seja claro com você mesmo, seja firme, direto e seguro. Mas, como saber o que quer? Uma boa dica é se conhecendo, conhecer seus sentimentos, pensamentos, seus desejos, identificando quais são os seus valores.
-Partir de um pensamento positivo.
-Se você tiver expectativas altas, os resultados também vão ser altos. Mas com expectativas pequenininhas você vai conseguir isso mesmo e vai se frustrar por receber tão pouco da vida.
-Ser proativo.
-Ser proativo é observar com antecedência quais os possíveis problemas que possam aparecer. Você pode planejar e não permitir que esses problemas apareçam.
Resumindo: uma pessoa que sabe o que quer, acredita na sua capacidade e age proativamente, assume a responsabilidade por sua própria vida e está pronta pra se tornar uma pessoa assertiva.
Quer uma mãozinha em seu processo de auto aprimoramento? Conte com um psicólogo

Pq...Bullying?








O que é o Bullying?


Bullying, palavra de origem inglesa, é uma prática violenta que compreende todas as atitudes agressivas, intencionais e repetitivas, que, no ambiente escolar, são adotadas por um aluno ou grupo, causando dor, angústia e sofrimento. Ocorre em uma relação desigual de poder, ou seja, em real situação de desvantagem para a vítima. Bullying é um problema social que também ocorre fora da escola, como na rua ou em áreas de lazer, e, inclusive, com adultos nos locais de trabalho. Em nada se confunde com bom humor e brincadeiras.

Como acontece o bullying?

O bullying é praticado de diversos modos, permitindo que várias formas de violência possam ser listadas como exemplos de sua prática:

• Ação física: empurrar, socar, chutar, beliscar, bater;

• Ação verbal: apelidar, xingar, insultar, zoar;

• Ação material: destroçar, estragar, furtar, roubar;

• Ação moral: difamar, disseminar rumores, caluniar;

• Ação psicológica: ignorar, excluir, isolar, perseguir, amedrontar, aterrorizar, intimidar, dominar, tiranizar, chantagear, manipular, ameaçar, discriminar, ridicularizar;

• Ação sexual: assediar, induzir e/ou abusar;

• Ação virtual: divulgar imagens, criar comunidades, enviar mensagens, invadir a privacidade (cyberbullying).

No município de Otacílio Costa os psicólogos da rede municipal de educação Juliano Simonete Valente e Kariny Figueiredo de Freitas, estão desenvolvendo um trabalho de prevenção e combate a prática do Bullying. Aproveitando a campanha do Ministério Público de SC, onde o mesmo disponibilizou material, tais como: gibis, folder, marcador de página e cartazes, para ser entregue a rede.

O trabalho desenvolvido pelos psicólogos é primeiramente realizado com os professores e pais. No trabalho desenvolvido com professores é passado diversas formas de trabalhar o assunto com alunos. Também é trabalhado com a escola diversas formas de implantar políticas anti-bullying.

Conseqüências para a vítima de Bullying: baixa autoestima, baixo rendimento e evasão escolar, agressividade e desejo de vingança, estresse, ansiedade e fobias, dificuldades de relacionamento, depressão e ideias suicidas.

Orientações às crianças e aos adolescentes: Se você está sendo vítima de bullying, ou se conhece alguém que está, procure a ajuda de seus pais, da escola ou do Conselho Tutelar. E ligue para o Disque 100.

Orientações à família e aos responsáveis: Dialogue mais com seus filhos. Eduque estabelecendo limites. Fique atento a mudanças de comportamento. Ensine o respeito

às diferenças e dê bons exemplos. Em caso de bullying: Não culpe a criança, busque auxílio psicológico. Comunique à direção da escola, ao Conselho Tutelar ou ao Ministério Público o fato.

Orientações à escola: Ter regras claras contra o bullying. Desenvolver programas antibullying que envolvam professores, pais e alunos. / Trabalhar o respeito à diversidade. / Em caso de bullying, informar, sendo necessário, o Conselho Tutelar.

Pq....Pq....Psicanálise?



O que a Psicanálise não é?

Não é medicina, nem tão pouca psicologia. Entretanto o médico e o psicólogo também podem ser psicanalistas. A psicanálise surgiu na década de 1890, por Sigmund Freud, através de conversas com pacientes, Freud acreditava que seus problemas originaram-se de uma não aceitação de tais acontecimentos em sua vida, sendo assim, reprimindo seus desejos no inconsciente, nascendo daí uma fantasia. O método básico da Psicanálise é o cliente numa postura relaxada, é solicitado a dizer tudo o que lhe vem à mente: sonhos, esperanças, desejos, fantasias, como também as experiências vividas nos primeiros anos de vida em família. Geralmente o analista simplesmente escuta, fazendo comentários somente quando no seu julgamento profissional visualiza uma oportunidade para que o cliente . tome conscientes os conteúdos reprimidos que precisam ser esclarecidos. Escutando seu cliente o analista tenta manter uma atitude de neutralidade. Uma postura de não-julgamento visando criar um ambiente seguro. Tendo como propósito descobrir as necessidades, complexos, traumas e tudo aquilo que perturba o equilíbrio emocional do indivíduo e que se encontra recalcada (afastada e presa) no inconsciente, visando a reeducação afetiva da pessoa, por meio da conscientização dos motivos que a levam a ter determinados comportamentos ou sintomas. A análise consiste essencialmente na evidenciação do significado inconsciente das palavras, ações e produções imaginárias (sonhos, fantasias, etc.) de um indivíduo.

É a Psicanálise profissão regulamentada?

A profissão de Psicanalista é livre no Brasil, classificada na CBO (Classificação Brasileira de Ocupações) no Ministério do Trabalho - Portaria nº 397/TEM de 09/10/2002, sob o nº 2515.50. Pode ser exercida em todo o Território Nacional em consultórios, colégios, clinicas e instituições que atuem em área de saúde mental e no tratamento da psiconeurose.


O Curso tem registro no MEC?

Não. Nem tão pouco os demais cursos de formação em Psicanálise existentes no País. Inexistem, também, cursos de Psicanálise no âmbito universitário e sim Cursos de Formação promovidos por Sociedades Psicanalíticas. Concluído, o psicanalista recebe um Certificado expedido pela Sociedade. 


Quem é o Psicanalista junto á clientela e ao Ministério do Trabalho?

É um profissional que pratica a Psicanálise em consultórios, clínicas e até hospitais, empregando metodologia exclusiva ao bom exercício da profissão, quais sejam, as técnicas e meios eficazes da psicanálise no tratamento das psiconeuroses. Para atingir plenamente seus objetivos, o psicanalista deve ser uma pessoa com sólida formação humanitária, visto que a profissão requer uma acentuada cumplicidade entre analista e seu paciente. Os psicanalistas têm sua profissão classificada na CBO (Classificação Brasileira de Ocupações) no Ministério do Trabalho - Portaria nº 397/TEM de 09/10/2002, sob o nº 2515.50, podendo exercer sua profissão em todo o Território Nacional. 


Como se forma Psicanalista no Brasil e no Mundo?

Nos tempos de Freud a formação consistia em assistir conferências e aulas do mestre de Viena e/ou dos pioneiros. A seguir, aqueles que se consideravam capacitados, iniciavam na clínica. Posteriormente, através de Sandor Ferenczi, foi iniciada a conhecida Análise Didática. Entretanto Freud nunca empregou este método. A expressão que ele usava era “auto-análise”. Com o passar dos tempos, as sociedades psicanalíticas desenvolveram metodologias próprias criando processos de formação mais ou menos sistemáticos. Algumas continuam com o sistema de conferências, palestras e análise didática. Outras, entre elas a SCOPSI usam um processo dinâmico, diferente das outras sociedades.

Por que o Curso é aberto às várias graduações universitárias? 
É aberto porque nenhuma Lei especificou o contrário. Vale dizer, que desde o princípio era uma profissão aberta a quem se interessasse e que atraiu não só médico - como Jung e Adler - mas também advogados, filósofos, literatos, educadores e teólogos, sociólogos e pedagogos. Por isso restringir a Psicanálise a essa ou àquela profissão é absolutamente contrário à ciência, ilegal e inconstitucional, pois “todos são iguais perante a Lei”.


O que regulamenta a profissão de Psicanalista?

No Brasil e no Mundo a psicanálise é exercida livremente e não é regulamentada. Sendo assim, é uma profissão livre, reconhecida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (CBO - código 2515.50), amparada pelo Decreto nº 2.208 de 17/04/1997, que estabelece Diretrizes e Bases da Educação Nacional e pela Constituição Federal nos artigos 5º incisos II e XIII. Sobre a legalidade da prática profissional psicanalítica, acrescenta-se ainda o Parecer do Conselho Federal de Medicina, Processo Consulta 4.048/97 de 11/02/98. Parecer 309/88 da Coordenadoria de Identificação Profissional do Ministério do Trabalho. Parecer n.º 159/2000 do Ministério Público Federal e da Procuradoria da República, do Distrito Federal, e Aviso n.º 257/57, de 06/06/1957, do Ministério da Saúde, este último como marco histórico. Repisando: pode ser exercida em todo o País.


Como é o processo de formação pela SCOPSI?

Através de curso com duração de 30 meses. Aulas: uma vez por mês durante um final de semana (sábado das 18:00 h às 21:00 h e domingo das 08:00 h às 17:00 h). Após cada módulo, o aluno terá de elaborar os trabalhos relativos aos que foi ministrado em aula e os apresentar no mesmo dia ou na aula subseqüente. Ao final do evento ser-lhe-á exigido, a título de avaliação, uma Monografia - com tema livre sendo escolhido dentro do assunto da Teoria Psicanalítica. 

O Curso está dividido em 04 (quatro) partes:

1ª Parte – Parte Teórica - Matérias de Formação – Módulos acadêmicos.
2ª Parte – Grupos de estudos – Promovidos pelos próprios alunos.
3ª Parte – Análise Didática – Análise Pessoal.
4ª Parte – Parte Prática – Estágio Supervisionado com Pacientes/piloto, com o propósito de capacitar o Psicanalista para o exercício consciente da Profissão e propiciar a auto-análise - Início após o 15º módulo do curso.


Após o Curso, como exercer legalmente a profissão?

Terminado o curso, de acordo com as leis em vigor e o Código de Ética, a SCOPSI certifica o novo profissional. Caso o novo Psicanalista queira se filiar à SCOPSI poderá fazê-lo. A profissão é de natureza livre, podendo ser exercida legalmente. Existem Estados e Cidades que já regulamentaram a atividade de Psicanálise, através de Lei que “estabelece Normas para o Imposto sobre Serviços de Saúde, Assistência Médica e Congêneres” - e que inclui a Psicanálise. 

O que faz o psicanalista?

Há uma grande necessidade de psicanalistas para analisar as pessoas na solução de seus problemas existenciais, tais como: fobias, ansiedades, depressões, obsessões, impulsos, angústias e crises de toda ordem emocional. O profissional de Psicanálise ajudará a sociedade a ficar mais humana e a vida a ter mais sentido!

Quem poderá fazer o curso?

Médicos, Professores, Engenheiros, Odontólogos, Advogados, Assistentes Sociais, Pedagogos, Teólogos, Enfermeiros, Teólogos, Psicólogos, Contadores, etc. Este curso é dirigido a todos os interessados em adquirir conhecimentos mais profundos em Psicanálise. Aos que querem aprender a dinâmica de seus problemas emocionais e afetivos de acordo com as teorias psicanalíticas, e aos que desejam dedicar-se à Psicanálise como Terapeutas e Clinicar.

O que é Psicanálise?

Algumas Perguntas Frequentes  sobre Psicanálise
1. Quais são as diferenças entre a psicanálise e as outras formas de terapia?
2. Qual a formação do psicanalista?
3. Qual é a frequência de sessões indicada?
4. Por que o divã?
5. Qual a duração de uma análise?
6. Quando uma análise é considerada terminada?



1. Quais são as diferenças entre a psicanálise e as outras formas de terapia? 

O psicanalista não prescreve medicamentos e também não dá conselhos, opiniões, sugestões, nem oferece soluções aos problemas do paciente. O trabalho é centrado na interpretação da transferência, ou seja, nas vivências emocionais que ocorrem no vículo estabelecido pela dupla paciente-analista. O processo analítico visa o desenvolvimento da percepção do analisando a respeito dos seus conflitos internos, de forma que, ao elaborá-los, ele se torne cada vez mais capaz de lidar com sua vida emocional.


2. Qual a formação do psicanalista?

Num instituto, monitorado pela Associação Psicanalítica Internacional (IPA), um psicanalista que geralmente é graduado como psicólogo ou psiquiatra, passa por um processo de aprendizagem e treinamento, que pode durar de 5 a 10 anos, quando ele deve completar:
- uma análise pessoal profunda;
- formação teórica ministrada por outros analistas;
- aprimoramento clínico sob a supervisão de um analista didata.


3. Qual é a frequência de sessões indicada?

De acordo com os estatutos da Associação Psicanalítica Internacional (IPA), independentemente do quadro psicopatológico, um analisando deveria fazer uma análise de 4 sessões semanais.


4. Por que o divã?

Ao deitar-se no divã, sem se distrair com a presença visível do analista, o analisando tem uma experiência emocional incomum, concentrando-se em seus processos mentais de uma forma muito mais profunda.


5. Qual a duração de uma análise?

O sofrimento psíquico, devido a antigos conflitos internos , será gradualmente elaborado quando, a partir de um intenso e longo trabalho de vivências emocionais cruciais, advier uma mudança estrutural que possibilite maior integração da vida emocional do analisando.


6. Quando uma análise é considerada terminada?

Se, ao invés de massivamente se utilizar de mecanismos de defesa para obliterar a percepção de seu mundo interno, o analisando atingir um estado de desenvolvimento emocional, no qual ele realmente deseje vivenciar e se responsabilizar pelos seus estados mentais (sentimentos, pensamentos, etc.), pode-se dizer que o processo analítico teve êxito.