Blogs interessantes sobre Neurociência
-
Blog em português com curiosidades neurocientíficas, entrevistas com neurocientistas, dicas de livros entre outros.
-
Blog do escritor Jonah Lehrer, autor de "How We Decide" e "Proust Was a Neuroscientist", com descobertas neurocientíficas super bem escritas.
-
Um blog sobre moléculas, mentes e tudo o que há entre isso. Novidades sobre Neurociência de forma interessante e atrativa.
-
O foco aqui é a Psicologia Científica. Como a mente funciona? Por que pensamos e agimos de uma e não de outra forma?
-
Truques da psicologia e da neurociência para entender melhor o que acontece no seu cérebro.
-
Trata de assuntos como neurociência computacional e do desenvolvimento, psicologia comparativa, inteligência artificial, entre outros.
-
Blog criado por um aluno de Psicologia que trata de assuntos um tanto incomuns, publicados em revistas científicas.
-
Desconstruindo as mais recentes descobertas sensacionalistas sobre neuroimagem, ciências cognitivas e psicofarmacologia.
-
Blog que mostra de forma clara alguns dos estudos mais notáveis relacionados às ciências cognitivas.
-
Quais são as consequências do grande avanço das pesquisas em Neurociência? Como o maior entendimento do cérebro humano afeta nossas vidas?
-
Sobre a revolução cognitiva na Neurociência.
-
Blogs de neurocientistas brasileiros
-
Suzana Herculano-Houzel é a Neurocientista de Plantão, onde comenta sobre a neurociência por trás de... a vida, o universo, e tudo mais
-
Dicas de blogs sobre ciência em geral
-
É o braço brasileiro do ScienceBlogs, uma rede com mais de 60 blogs de ciência em inglês criada nos Estados Unidos em 2006.
-
Busca fazer as mais recentes descobertas científicas interessantes para todos.
-
Redes Sociais em Neurociência
-
A primeira rede social basileira dedicada ao intercâmbio de informações neurocientíficas: descobertas recentes, vídeos informativos, agenda de eventos e tudo mais que a imaginação dos usuários permitir criar.
- http://www.cerebronosso.bio.br/outros-sites-e-blogs/
Exposição de experiências em Psicologia, espaço para discussões, informações para estudantes de psicologia sobre a realidade atual, questões típicas da área, trocas entre profissionais em atuação e acadêmicos.
quinta-feira, 27 de março de 2014
Sites e blogs de neurociência
quarta-feira, 26 de março de 2014
Descubra a essência em você...
Descubra a essência em você
Muitas são as obras de arte conhecidas mundialmente do grande artista e escultor da Renascença italiana Michelangelo, sendo uma das mais famosas a estátua de David, feita em mármore, localizada atualmente em Florença, na Itália.
Ao longo dos anos, essa escultura continua fascinando o mundo e impressionando por sua beleza, perfeição e maestria. Porém, poucos sabem que, antes de ser esculpido pelo mestre, o pedaço enorme de mármore foi considerado defeituoso e inútil por muitos artistas, inclusive por ninguém menos que Leonardo da Vinci, que declinou o convite de trabalhar essa rocha, considerando que nada podia sair dela, que aquilo não poderia dar forma a algo, e assim ficou por muitos anos jogada e abandonada.
Tempos depois de Leonardo ter declinado o convite, Michelangelo começou a trabalhar nela e criou a obra de arte que é o David. Enquanto se envolvia no projeto, um jovem ajudante perguntou para ele: “Mestre, por que você aceitou trabalhar nesse pedaço de mármore?”. Ele respondeu: “Meu jovem, tem um anjo dentro dessa pedra. Eu só o estou deixando livre”.
Pensando nessa metáfora que Michelangelo utilizou, todos nós somos uma obra de arte, mesmo que, às vezes, escondida ainda na “pedra”. Existem pessoas que não reconheceram, ainda, o seu valor e outras que ficam esperando que alguém reconheça nelas essa qualidade.
Nesse começo de ano, podemos, então, refletir sobre o que é importante fazer para que nossa essência se manifeste e o que nos impede de voar alto, em liberdade. Em resumo, três comportamentos que bloqueiam o desabrochar das melhores características do ser humano:
- Preocupar-se: ou seja, ocupar-se antes dos fatos acontecerem e alimentar pensamentos negativos e repetitivos sobre as possíveis consequências fazem com que nosso cérebro se programe para o insucesso. Em vez disso, podemos, sim, verificar as alternativas, fortalecer as próprias habilidades e competências.
- Ficar preso ao passado, lamentando-se e revivendo situações antigas e não se atualizar. A principal capacidade de um líder é a habilidade de lidar com as mudanças, que trazem consigo o desafio da incerteza. Em tempos assim, velhos modelos mentais baseados em experiências passadas não levam a resultados positivos, e ficar na zona de conforto do que já foi só cria frustração.
- Não agir. Bloquear a ação cria estagnação. Precisamos ter atitude para ir em direção à realização e objetivos. A vida em si é mudança e movimento. Nada torna o líder mais forte que a sua capacidade de fazer e de traduzir as intenções em ações. Em geral, isso nos mostra como é importante olhar para o futuro e mudar velhas rotinas, por mais dolorido que seja. Às vezes, precisamos desmascarar as falsas seguranças que os hábitos nos propiciam, e sobre as quais construímos a vida. Para realizar uma mudança, precisamos morrer metaforicamente para o que não serve mais. É como a metamorfose da lagarta. Para se transformar em borboleta, ela desaparece, “morre” para aquela identidade de lagarta, que, com certeza, a conduziu até aquele momento de transformação, mas que daquele ponto em diante não tem mais propósito.
HÁ MOMENTOS EM QUE NÓS TAMBÉM PRECISAMOS MORRER PARA O VELHO E VIVER O QUE ESCOLHEMOS. PODEMOS DECIDIR SOBRE PONTOS LIMITANTES DA VIDA PARA TRANSFORMAR TUDO O QUE OUSAMOS SONHAR PARA A REALIDADE
Se ela se mantiver presa à forma anterior, de fato, morrerá para a vida. Para bater asas e voar, a borboleta precisa sair da situação de segurança que o casulo lhe oferece e se jogar no que ainda é desconhecido. A lagarta precisa assumir um compromisso de liberdade e realizar sua missão de voar. Deve abraçar sua identidade de borboleta morrendo para a de lagarta.
Há momentos na vida em que nós também precisamos morrer para o velho, o que fomos nos limita, e viver aquilo que escolhemos. Temos a capacidade de decidir sobre pontos limitantes da nossa vida para transformar tudo o que ousamos sonhar para a realidade.
Certa vez, ouvi o Dalai Lama dizer que “a verdadeira transformação espiritual do indivíduo está nas pequenas e fundamentais atitudes do dia a dia, independentemente do credo, estilo de vida, das preferências sexuais ou políticas que se possa ter”. Isso nada mais quer dizer que o mundo depende mais dos pequenos do que dos grandes atos para ser transformado. É assim com todos nós.
Costumo dizer que escolher o próprio caminho – e alcançar resultados jamais imaginados e sempre sonhados – envolve romper o compromisso com as justificativas que damos sem perceber, ou até mesmo com extrema consciência. Não importa o que você faz, onde você vive, que cultura escolheu para se adaptar ou que religião segue, o que faz sentido é que, seja qual for o seu desejo, você tem capacidade de alcançá-lo, e que torná-lo uma realidade está mais relacionado ao quanto acredita no seu potencial e quais atitudes você toma na vida prática e em relação ao universo.
Eduardo Shinyashiki
|
segunda-feira, 24 de março de 2014
O rio de 5 cores que é considerado um dos mais belos do mundo...
O rio de 5 cores que é considerado um dos mais belos do mundo
Canõ Cristais
Caño Cristales é considerado por muitos como o ‘rio mais bonito do mundo’ e sua fama tem fundamento. Por alguns meses ao longo do ano, o rio se transforma num verdadeiro arco-íris de cores e encanta a todos por sua beleza única...
Caño Cristales é um colombiano rio localizado na Serrania de la Macarena província de Meta . O rio é comumente chamado de "O Rio de cinco cores" ou "The Rainbow Líquido", e é ainda referido como o mais belo rio do mundo devido às suas cores marcantes. O rio aparece em várias cores, incluindo amarelo, verde, azul, preto, e, especialmente, causada pelo vermelho clavigera Macarenia ( Podostemaceae ) no fundo do rio.
http://ecoviagem.uol.com.br/noticias/turismo/ecoturismo/conheca-o-rio-de-5-cores-que-e-considerado-um-dos-mais-belos-do-mundo-veja-fotos-17760.asp
domingo, 23 de março de 2014
NINFOMANÍACA...
NINFOMANÍACA
Longe de ser um filme sobre prazer, ou um pornô soft excitante como pode insinuar o cartaz ou o tema ,à alguns incautos; Lars Von Trier continua falando de morte tanto ou mais do que em Melancholia (seu último sucesso). O que temos aqui é mais um filme disposto à tratar do assunto DROGA (uma vez que falamos em vício e dependência). Nesse caso, a droga é o sexo.
Lars me parece mais preocupado em dizer dos sintomas dessa mania, desse adoecimento, do que mostrar cenas de sexo excitantes. Aliás, trabalha num nível de desambiguação tão irônico que vai vomitando na cara do espectador umas dezenas de cenas de sexo como quem descreve uma receita de bolo, de um bolo com gosto de nada. Numa certa sequência, preocupa-se em desfilar dezenas de pênis flácidos de variadas cores e proporções , como quem dispõe linguiças no varal de açougue. É a mecânica do sexo que está explícita e não a dança sensual que poderia estar atrelada ao sexo.
Nesse sentido, o que mostra nas sequencias de corpos nus se relacionando, é cansativo, monótono, frio, triste, sombrio, pálido, angustiado, repetitivo como a Todestrieb (pulsão de morte), que segrega tudo que é vida em prol da destruição. Ou seja, estamos falando de uma dança com Tânatos e não com Eros.
Joe, personagem tema, aparece contando a sua maníaca história à um homem que a resgata e que a “põe a falar”, numa disposição que poderia nos remeter ao paciente que fala ao analista. Neste caso, sedutoramente, Lars Von Trier nos convidaa quebrar a quarta parede e viver esse papel. O analista automaticamente, somos nós. E essa “paciente”, viciada em sexo, filha de um Édipo clássico, apaixonada por um belo pai que não faz função e odiosa de uma bela mãe à quem chama de vadia insensível, nos brinda com ‘colóquios’ como : (enquanto transa compulsivamente) : “preencha todos os meus buracos “.
Ou ainda (sobre todos os amantes que trata através de um dado que joga para escolher na sorte que tipo de tratamento deve lhes dar): “Todos os meus amantes são, na verdade, um só.”
Ou ainda , (na última transa intensa da fita) : “Eu não sinto NADA.”
Sim, Joe está certa todos os homens e nenhum é a mesma coisa. Todos os amantes do mundo são um só , são a sua doença, são sintoma, são Gozo !
Joe (assim como a mãe a quem ela chama de IN-sensível) NÃO SENTE NADA e é d’isso que se trata a sua dor.
Temos uma fita onde fica translúcida a desvinculação entre amor e sexo . Se é tesão que você procura corra para outra sala . Se é um analista, o tesão está garantido.
O DESEJO...FRAGMENTOS...
O DESEJO...
Podemos entender o desejo como a negatividade do mundo narcísico, isto é, como aquilo para o que não há objeto dado e conformado de satisfação plena, como fazem parecer as imagens ideais.
O desejo é sempre de outra coisa. O desejo pressupõe a falta. Falta que, aliás, marca uma das diferenças entre Freud e Lacan: enquanto para Freud o desejo tem uma gênese empírica na perda da simbiose do bebê com sua mãe, para Lacan o desejo é a necessária relação do ser com a falta.
As implicações do olhar Materno...Pensando sobre a baixo auto-estima...
As implicações do olhar Materno...Pensando sobre a baixo auto-estima...
Sabemos da importância dos cuidados maternos no desenvolvimento físico e emocional de qualquer ser humano. São cuidados que não precisam ser aprendidos porque as mães, em sua maioria, entram em total sintonia com os seus bebês e, de alguma forma, decifram os seus desejos e as suas necessidades. É o que geralmente acontece sem que as mães percebam e sem que se preocupem se estão ou não fazendo a coisa certa. Segundo Winnicott, pediatra e psicanalista inglês, o rosto da mãe é o precursor do espelho.
O que isso quer dizer?
Que o rosto da mãe, mais especificamente o olhar, reflete para o bebê o que a mamãe vê nele, o bebê se vê através do olhar da mãe.
E o que o bebê vê através do olhar da mãe?
Geralmente vê um olhar carregado de afetividade que vai fazendo dele um ser único com um lugar no universo materno. Através do olhar da mãe, o bebê passa a se reconhecer como alguém importante e capaz. É através desse olhar que é possível construir a sua criatividade, autonomia e segurança. Não se trata de nenhum olhar supremo e dotado de poderes mágicos; trata-se do olhar comum que as mães comuns dirigem, com espontaneidade, aos seus bebês.
E quando o bebê olha e não encontra um olhar que o alimente com a sua própria imagem? Para se ter uma idéia da complexidade desse processo, podemos supor que a falta dessa sincronicidade pode acarretar comprometimentos no desenvolvimento emocional da criança desde os mais simples, como insegurança e timidez, até comprometimentos emocionais mais sérios, como a psicose infantil. Esse leque de possibilidades de formação de sintomas vai depender do grau de recursos internos que o bebê dispõe para tolerar frustrações, ou seja, olhar e não ser visto e, ainda, do grau de comprometimento da relação entre a dupla mãe e bebê. Uma mãe deprimida, nas raras vezes que verdadeiramente consegue olhar para o seu bebê, reflete em seu próprio rosto a tristeza, e será com esse semblante que o bebê terá que lidar. Lembro-me do caso de uma mãe que cuidava do seu bebê como uma atividade secundária: o tempo todo falava com as pessoas a sua volta enquanto o amamentava e, algumas vezes, utilizava esse tempo para ler revistas. Esse é um caso extremo, que traz um sintoma também extremo: o bebê fechou-se em seu próprio mundo e não pode se desenvolver.
Temos situações mais sutis, mas que deixam suas marcas. A questão da baixa auto-estima parece-me um bom exemplo de um dos sintomas que, na vida adulta, está relacionado com essa falta da mãe enquanto espelho. O próprio termo auto-estima denota que o esperado é que exista um bem-querer do sujeito para com ele mesmo. Esse sentimento de bem-querer, o reconhecimento do que é bom dentro de si e de que se tem algo a oferecer ao mundo e às pessoas; tudo isso é construído a partir dos cuidados, do acolhimento e do olhar maternos. Um bebê que procura se reconhecer no rosto da mãe e não consegue, talvez seja o adulto que não consiga travar relações autênticas porque se sente desvalorizado e pouco aceito. São pessoas que não se arrojam diante da vida porque não acreditam no que são capazes. É como se faltasse, dentro deles, um sentimento de proteção e de acolhimento. Parece que diante de situações de exposição essas pessoas vivem como se fossem grandes blefadoras e que, mais cedo ou mais tarde, serão descobertas.
http://dia-a-dianodiva.blogspot.com.br/search/label/Desenvolvimento%20Emocional%20Primitivo
sábado, 22 de março de 2014
A Espuma dos Dias
A Espuma dos Dias
Este filme, de Michel Gondry, é o típico filme que ou se odeia ou acaba sendo arrebatado pelo enredo totalmente atípico. Ele narra, de uma maneira surrealista, a vida de Colin, um homem rico e sem sucesso com as garotas. Porém, através da ajuda dos amigos Nicolas, Chick e Alise, conhece Chloé em uma festa e os dois acabam se casando. Tudo vai bem, até o momento em que ela é diagnosticada com uma rara doença: uma flor de Lótus crescendo no pulmão. Tendo que se submeter a tratamentos caríssimos, Colin acaba indo à falência e levando a amizade do grupo em crise. Tudo isso com altas doses de imaginação, como sapatos-cachorros, pernas que esticam e outros detalhes que deixam o filme ainda mais poético. Destaque para o elenco impecável formado por Omar Sy, Audrey Tautou, Romain Duris e Gad Elmaleh e a fotografia excepcional.
Assinar:
Postagens (Atom)







